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“Ninguém morre de síndrome do pânico”

Psicoterapeuta Bernarda Salazar, no Do Avesso, contou tudo sobre este transtorno
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 18/09/2017 - 14:59Atualizado em 18/09/2017 - 15:01
(foto: Amanda Farias)
(foto: Amanda Farias)

Em Criciúma para realizar palestra e curso de capacitação, a psicoterapeuta chilena Bernarda Salazar participou do Programa do Avesso, na Rádio Som Maior, onde contou técnicas para evitar a síndrome do pânico.

“Aproximadamente 70% da humanidade tem pânico, e 60% a crise do pânico. São palpitações no coração e a pessoa trava. É um transtorno causado por impactos externos, semelhante a um ataque cardíaco”, contou Bernarda.

A combinação de diferentes técnicas e tratamentos lhe permitiu traçar os caminhos para ajudar as pessoas. Ela contou que já tratou de um caso onde a pessoa tinha medo de caminhar na rua.

“A primeira coisa a fazer é olhar o mundo que nada vai te atacar. A respiração é uma dinâmica. Ninguém morre de síndrome do pânico”, explicou.
A síndrome gera alguns comportamentos que podem parecer estanhos e vistos com preconceito, um deles é medo das plantas. Ela afirmou que algumas dessas ações são herdadas dos ancestrais. 

A palestra será nesta segunda-feira, às 19h30min, no Espaço Terapêutico Eliana Salvador. Na sexta-feira (24) e no sábado (25) irá lecionar um curso com o tema: “Síndrome do pânico – você pode se curar”, no mesmo local da palestra.