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Negócios que nasceram em meio à pandemia do Coronavírus

O Programa Adelor Lessa desta terça-feira, 16, trouxe quatro cases em segmentos diferentes
Por Letícia Ortolan Criciúma - SC, 16/11/2021 - 10:30 Atualizado em 16/11/2021 - 11:18
Foto: Vitor Netto / 4oito
Foto: Vitor Netto / 4oito

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Com a proliferação da pandemia do coronavírus, em março de 2020, diversos segmentos do mercado foram afetados. No entanto, também foi um momento de oportunidade para surgir novos negócios e alavancar algumas plataformas online. As vendas no e-commerce, por exemplo, tiveram um aumento de 24%. O dado foi divulgado pelo professor do curso de Ciências Econômicas da Unesc, Thiago Fabris, no Programa Adelor Lessa desta terça-feira, 16. 
 
Além do professor, o programa trouxe quatro cases em segmentos diferentes, que tiveram sucesso por meio das suas inovações, iniciadas devido a pandemia. São eles o gerente de vendas da Soller Indústria Gráfica, Saimon Soller, o proprietário do Meu Home Trainer, Gabriel Mamoru, e a proprietária do restaurante Nonna Luiza, Larissa Bortolotto. 
 
Com 30 anos de experiência, a Soller Indústria Gráfica é responsável pela impressão dos principais jornais de Criciúma e região. Há três anos, decidiu investir na produção de embalagens de papel para comidas entregues no sistema delivery. Devido a pandemia, a procura pelo produto aumentou, resultando em 30% a mais de faturamento da empresa.  Atualmente, atendem o Brasil todo e até mesmo países de fora. 

Saimon Soller. Foto: Vitor Netto. 


 Gabriel Mamoru sempre trabalhou como personal trainer em academias, as quais precisaram ser fechadas logo no início da pandemia. O fechamento obrigou o profissional a investir na sua empresa Meu Home Trainer, que iniciou em 2019 mas ainda não contava com grande procura do cliente. O serviço oferecido de forma online, através de vídeo chamada e planejamento de treinos, já tem em média 350 atendimentos por mês e anteriormente, atingia no máximo 50. 

Gabriel Mamoru. Foto: Vitor Netto.

No setor de alimentos, a proprietária Nonna Luiza declara que passou por grandes desafios. O segmento também precisou fechar, devido às exigências do Governo Estadual. Com a restrição, começaram a investir na entrega de comidas via Delivery, que despertou a ideia de vender suas massas congeladas. Hoje em dia, contam com uma indústria e vendem os seus produtos para grandes redes de supermercados. 

Larissa Bortolotto. Foto: Vitor Netto. 

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