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MPF pede indenização bilionária por danos materiais e morais em processo ligado à tragédia da Chapecoense

Valores podem passar de R$ 1,3 bilhão em valores totais
Por Leonardo Ferreira 12/02/2020 - 12:13Atualizado em 12/02/2020 - 12:21
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A tragédia da Chapecoense voltou a mídia nesta terça-feira, 11. Uma ação civil pública encaminhada pelo Ministério Público Federal (MPF) em novembro de 2019 foi acatada pelo procurador da República Carlos Humberto Prola Júnior, durante audiência na CPI Chape, no Senado, em Brasília. O pedido de indenização por danos materiais e morais pode chegar a US$ 300 milhões, cerca de R$ 1,3 bilhão, e deve ser pago pelas empresas LaMia, Aon e Tokio Marine Kiln e Bisa Seguros y Reaseguros.

Atualmente o processo está na 2ª Vara Federal de Chapecó da Justiça Federal de Santa Catarina (JFSC), do Tribunal Regional Federal da Quarta Região (TRF-4). Este é o segundo pedido liminar do MPF, que no fim do ano passado buscou bloquear R$ 52.098.750,00 das subsidiárias brasileiras das corretoras, seguradoras e resseguradoras que se recusam a pagar as indenizações do acidente aéreo.

No próximo dia 18, às 14h15, os envolvidos no processo já tem reunião agendada no tribunal em uma audiência de conciliação. Antes, já nesta quinta-feira, a pedido do grupo liderado pela seguradora Tokio Marine, haverá uma reunião na sede do MPF em Chapecó na tentativa de um acordo para que as famílias das vítimas da tragédia da Chapecoense sejam indenizadas.

São réus na ação Tokio Marine Kiln Syndicates Limited, Tokio Marine Kiln Group Limited, Lamia Corporation SRL, Bisa Seguros y Reaseguros SA, Aon UK Limited, Aon Benfield Limited, Aon Benfield Brasil Corretora de Resseguros Ltda e Tokio Marine Seguradora SA.