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EUA x Venezuela: Trump anuncia ataque dos EUA e diz que Maduro foi capturado

Presidente dos EUA afirma que operação de grande escala retirou Maduro do país

Por Lucas Mackowieski Criciúma, SC, 03/01/2026 - 07:21 Atualizado em 03/01/2026 - 07:51
Trump anunciou ataque dos EUA à Venezuela em publicação nas redes sociais | Foto: Reprodução/Redes sociais/Youtube
Trump anunciou ataque dos EUA à Venezuela em publicação nas redes sociais | Foto: Reprodução/Redes sociais/Youtube

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala na Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro.

A declaração foi feita por Trump em uma rede social. Segundo ele, a operação foi conduzida por forças de segurança dos EUA e resultou na prisão de Maduro e de sua esposa, que teriam sido retirados do país por via aérea.

Governo venezuelano decretou estado de comoção após ataque dos EUA à Venezuela | Foto: Reprodução/Redes sociais/Youtube

O presidente americano não informou o destino do casal e disse que mais detalhes serão apresentados em uma coletiva marcada para as 13h (horário de Brasília).

Horas antes do anúncio, explosões foram registradas em Caracas. De acordo com a Associated Press, ao menos sete detonações foram ouvidas em cerca de 30 minutos. Moradores relataram tremores, sobrevoo de aeronaves em baixa altitude, correria nas ruas e queda de energia elétrica, principalmente nas proximidades da base aérea de La Carlota. Vídeos nas redes sociais mostram fumaça em instalações militares.

Fumaça foi vista próxima a instalações militares durante ataque dos EUA à Venezuela | Foto: Reprodução/Redes sociais/Youtube

O governo venezuelano confirmou que o país estava sob ataque, mas não reconheceu a captura de Maduro. Em comunicado, informou que o presidente decretou estado de Comoção Exterior e convocou forças sociais e políticas para mobilização nacional. Caracas acusou os EUA de tentarem impor uma mudança de regime e de buscar o controle de recursos estratégicos, como petróleo e minerais, além de convocar países da América Latina e do Caribe a se posicionarem em solidariedade.

A tensão entre os dois países se intensificou nos últimos meses. Em agosto, os EUA elevaram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro e reforçaram a presença militar no Caribe. Em novembro, Washington classificou o Cartel de los Soles como organização terrorista e acusou o presidente venezuelano de liderar o grupo.


Também no mesmo período, os EUA passaram a apreender navios petroleiros venezuelanos e impuseram bloqueios a embarcações sob sanções.

Com informações do repórter Wesley Bischoff do G1

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