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É dia de Tigre. E todo o cuidado é pouco

Contra a Chapecoense, missão é não tomar gols para que a tarefa da classificação fique mais fácil
Por Lucas Renan Domingos Criciúma, SC, 10/04/2019 - 07:56Atualizado em 10/04/2019 - 07:56
Bruno Grassi ressalta evolução da defesa do Criciúma / Fotos: Lucas Renan Domingos / A Tribuna
Bruno Grassi ressalta evolução da defesa do Criciúma / Fotos: Lucas Renan Domingos / A Tribuna

Quando a bola rolar para Criciúma e Chapecoense no Estádio Heriberto Hülse, na noite desta quarta-feira, o Tigre estará atrás do placar. É que o Tricolor perdeu a partida de ida por 3 a 2 e, para tentar classificar direto, precisa vencer, no mínimo, por dois gols de diferença. Em caso de vitória por um gol de diferença, a decisão vai para os pênaltis. Portanto, toda a atenção será necessária para que a missão não fique ainda mais complicada.

Levar um gol da Chape não seria um bom negócio para o Criciúma e a necessidade da vitória pode expor o Tigre. “A hora de atacar, temos que atacar e ser pontuais. Quando perder a bola, temos que eliminar o contra-ataque deles lá na frente, marcar em cima, buscar a vitória desde o começo. Jogo que temos que tomar cuidado para não tomar gols, senão a tarefa vai ser mais difícil”, afirmou o goleiro Bruno Grassi.

No jogo de ida, o Tricolor Carvoeiro fez um primeiro tempo apático e viu o Verdão do Oeste abrir 2 a 0 nos primeiros 45 minutos. No segundo tempo, conseguiu chegar ao empate, mas viu a igualdade escapar nos minutos finais da partida.

“Naquele primeiro tempo fomos bem abaixo. Tivemos uma conversa no vestiário e no segundo tempo fomos outra equipe. Temos que entrar como entramos naquele segundo tempo. É um outro jogo. O principal é buscar nosso objetivo desde o início que é sair com a classificação”, determinou o goleiro do Tigre.

Nos últimos jogos tem funcionado

O atual momento do Tricolor mostra que o time pode ser capaz de segurar a Chapecoense. Nos últimos três jogos, o Criciúma venceu todos e não levou nenhum gol. Méritos da defesa. “Hoje a defesa começa lá do ataque, quando um atacante marca, um meia, um volante. Isso facilita. Porque se alguém se desprender lá, vai sobrecarregar em outro setor. Em um todo, a equipe está muito bem defensivamente”, apontou.

E isso vem acontecendo graças ao dedo de Gilson Kleina. Logo após a derrota no primeiro jogo, o treinador demonstrou descontentamento com a atuação da equipe. Principalmente no primeiro tempo. Ele afirmou que o Criciúma precisava encontrar a sua verdadeira identidade. No jogo de hoje, a conversa será outra, garantiu Bruno Grassi.

“De uns jogos para cá, o Criciúma realmente conseguiu ter uma identidade. Vimos que as coisas se encaixaram. A questão da marcação e de o time jogar em um todo, jogar em um bloco, não jogar em dois. Isso ajuda bastante quando um time joga próximo. O Kleina conseguiu implementar isso e tem nos ajudado muito”, analisou. “É um time que marca muito e com a bola joga. Temos que marcar como viemos marcando forte e, na hora de jogar, com a bola no pé, temos que ter paciência para fazer o gol”, completou.