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Domingo tem o Almoço das Carnes Brancas do Bairro da Juventude

Será a 16ª edição do evento, que contará com o lançamento de um livro de Nilson Olivo
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 17/10/2019 - 09:33
(fotos: Erik Behenck)
(fotos: Erik Behenck)

Domingo, 20, tem mais uma edição do Almoço das Carnes Brancas do Bairro da Juventude. É a 16ª edição, com expectativa de receber 500 pessoas. Haverá ainda o lançamento do livro Bairro da Juventude, 70 anos de Saber & Sabor, do autor Nilson Olivo. Toda a renda obtida, com as vendas e com os ingresso será destinada à entidade.

“Essa parceria com o Nilson começou com a ideia de um livro, que ele fez como uma ação beneficente. E veio inclusive servir de modelo para outras ações. O Bairro tem um calendário gastronômico e ele se modificou a partir do primeiro evento, feito lá em 2004”, comentou a presidente do Bairro da Juventude, Silvia Zanette.

O público poderá saborear filé de frango à gorgonzola, copa suína 70 com calda de abacaxi, frango recheado ao molho quatro queijos, almôndega suína com spaghetti, pernil suíno à pururuca, salada solidária, além do assado do bem, sobremesa união do sul e torresmo do bem. Segundo Silvia, é um aglomerado do bem, com a participação de diversos parceiros.

“Eu sou voluntário do Bairro há 33 anos. De 2003 para 2004 eu pensava em ter uma interação maior, quando eu fui diretor da Agroeliane eu mandava muito frango para lá. Eu queria escrever algo sobre a minha atividade, que são aves e suínos, então convidei 25 chefes de cozinha”, comentou Nilson.

Os ingressos custam R$ 50,00 por pessoa e estão disponíveis pelo telefone 3003 2700 ou na recepção do Bairro da Juventude. O novo livro possui 70 receitas exclusivas, Nilson não lançava novas publicações desde 2013, quando saiu a Coletânea – Delícias das Carnes Brancas, ele já vendeu mais de 101 mil cópias.

“O início foi com muita dificuldade, mas com muitas facilidade. O primeiro livro deu um start de 11 livros. Nós já fizemos em Forquilhinha, mas também para o Bairro da Juventude. Começamos então a chamar de carnes brancas, porque os suínos também são brancos, que são as carnes mais consumidas do mundo”, explicou Nilson.