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Dia D: mais de 5 mil doses são aplicadas contra gripe e sarampo em Criciúma

A campanha, que é uma iniciativa do Ministério da Saúde, acontecerá até o dia 3 de junho em todo o país
Por Giovana Bordignon Criciúma, SC, 02/05/2022 - 16:28
Foto: Arquivo / 4oito
Foto: Arquivo / 4oito

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No último sábado (30), foi realizado o dia D na prevenção da gripe (Influenza) e do Sarampo em todo o país. Em entrevista ao programa Conexão Sul desta segunda-feira (2), na Rádio Som Maior, o gerente de Vigilância em Saúde de Criciúma, Samuel Bucco, disse que, em Criciúma, foram mais de 5 mil doses aplicadas: cerca de 3 mil contra a Influenza e 2 mil contra o Sarampo.

Na ocasião, as 45 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Criciúma estiveram abertas, das 8h às 17h, aplicando os dois imunizantes. A ação faz parte da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza e Sarampo, que iniciou em 4 de abril e se estende até 3 de junho. “Foi um bom dia, a nossa avaliação é que cumprimos o nosso objetivo”, comemorou o gerente.

A meta é atingir 90% do público-alvo para Influenza e, no mínimo, 85% para o Sarampo durante todo o mês. Por volta de 11.500 crianças precisam ser vacinadas contra o Sarampo e pouco mais de 5 mil trabalhadores da Saúde e 30 mil idosos, acima de 60 anos, contra a Influenza.

“A gente ainda tem um mês de campanha até o dia 3 de junho, estamos preparados para atingir esses indicadores, por enquanto estamos na casa de 40% de cobertura vacinal para os idosos contra a Influenza, com 34% dos trabalhadores de saúde já com a média atingida. E as crianças já tem 13%. Nesse público aplicamos 1,6 mil doses tanto de sarampo quanto de influenza”, informou Bucco.

Vacina contra Covid-19

No mesmo dia, doses contra o coronavírus também foram aplicadas. “Aplicamos Covid neste dia, com cerca de 350 doses, entre primeira, segunda, terceira e também, a quarta dose nos idosos acima de 80 anos”, comentou.

Com o aumento dos casos no país, a preocupação também chega a Criciúma. E o método que o gerente de Vigilância em Saúde recomenda é a vacinação. Mesmo sem explosões de casos na região, a imunização é importante para evitar que a situação se agrave.

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