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Curso de Direito da Unesc celebra o Dia Internacional da Mulher com debates

“Mulheres e Carreiras Jurídicas” e “Gênero e Feminismos no Ensino Jurídico” serão os temas centrais
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 07/03/2018 - 17:07
(foto: reprodução)
(foto: reprodução)

O curso de Direito da Unesc promove nesta quinta-feira (8) uma Aula Inaugural para as turmas do período matutino e noturno. Participarão do encontro representantes do Conselho Municipal de Direito das Mulheres, da Polícia Militar, da Polícia Civil e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Serão debatidos dois temas principais: “Mulheres e Carreiras Jurídicas” e “Gênero e Feminismos no Ensino Jurídico”.

“Desde o ano passado, quando assumimos a gestão do curso de Direito da Unesc, estabelecemos então o tema de nossa aula inaugural, a discussão acerca das questões de gênero”, afirmou o coordenador do curso de Direito da Unesc, João Carlos Medeiros Rodrigues Júnior.

O encontro acontece justamente no Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. De acordo com o coordenador, a posição de mulheres em destaque, como a ex-presidente Dilma Rousseff, refletem a evolução da sociedade. Disse também que a única diferença entre os dois sexos é física.

“Nós queremos trazer para essa data o real significado dela. A origem do Dia Internacional da mulher, no final do século XIX e início do século XX, surgiu na luta das mulheres pela igualdade de direitos. É essa reflexão que queremos fazer”, afirmou Rodrigues.

A mudança de paradigma no mercado de trabalho é percebida em todas as áreas. De acordo com a coordenadora adjunta, Márcia Piazza, as mulheres são mais de 60% do corpo docente do curso Direito da Unesc. Ela destacou as conquistas do sexo feminino desde o fim do século XIX.

“É uma data festiva, ao longo dos anos se tornou isso, mas também é uma data histórica. Nós temos muitas conquistas, se for retroceder começa com o direito ao voto, passa por uma legislação que tutela o trabalho da mulher, conquistas no mercado de trabalho, direito a educação e a Lei Maria da Penha”, analisou Márcia.