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Consulado do Flamengo em Criciúma realiza ações além do futebol

Torcedores do time carioca estiveram no Programa do Avesso, empolgados pela final
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 22/11/2019 - 14:52Atualizado em 22/11/2019 - 15:00
Fotos: Amanda Farias
Fotos: Amanda Farias

A bola ia rolar às 17h deste sábado, 23, em Lima, no Peru, para a final da Libertadores da América. De um lado Flamengo e do outro o River Plate. “A única coisa que amedronta é o Flamengo não estar preparado psicologicamente no dia”, frisou o presidente do consulado do Flamengo, Mustafá Jamal Jaber, em entrevista ao Programa do Avesso.

O consulado foi fundado em junho e conta com 20 membros, quando chegarem aos 30, poderão ir para outro nível, passando a ser uma embaixada do clube. O Flamengo é considerado o time com maior torcida do mundo, contando com 150 mil sócios. A ideia para criar o consulado foi inspirada em cidades vizinhas, onde grupos semelhantes já existem.

“Eu sempre fui flamenguista desde pequeno, a gente começou a enxergar no site que eles tinham um projeto de embaixadas e de consulados, a gente soube que tinha a embaixada de Urussanga, em Braço do Norte, com mais de 500 pessoas, em Jaguaruna e Tubarão, tinha por todo lugar menos aqui e eu puxei a frente”, lembrou Mustafá.

Eles se uniram pelo Flamengo, mas o propósito é bem maior do que apenas torcerem juntos e promoverem o clube na cidade. Segundo o presidente, do consulado, existem três pilares.

“Ele tem três viés, o principal é a parte social, ele tem a doação de brinquedos, nós já fizemos no mês passado, entregamos para Nossa Casa, nesse mês tem doação de sangue, no mês que vem é Natal e depois tem materiais escolares. Cada consulado tem a sua organização, o seu presidente”, disse.

E quem vence a final?

Guilherme Gomes é presidente da Larm e irmão do antigo diretor do Criciúma, Claudio Gomes. É outro que desde pequeno torce para o rubro negro. “O primeiro jogo que eu assisti foi Criciúma e Flamengo, eu nasci na era Zico. Hoje alguns ainda questionam como que o pessoal daqui torce para os times de fora, antigamente nós não tínhamos um time”, justificou.

No ano passado as equipes finalistas desta edição se enfrentaram pela primeira fase, no jogo de ida, deu 2 a 2 no Maracanã e a partida de volta terminou empatada em 0 a 0. Para eles, dessa vez vai ser diferente. “A catimba do River pode ser o fator diferencial, porque a arbitragem sul-americana é diferente da brasileira”, citou Guilherme.

Eles estão confiantes em título para o time carioca. “Eu acho que vai ser um jogo bonito e que o Flamengo vai engolir o River”, comentou o presidente do consulado. O time brasileiro tem apenas um título da Libertadores, conquistado em 1981, o River Plate ganhou quatro vezes.