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Concessão da BR-101 Sul, Bolsonaro em Santa Catarina, mais mortes por Covid-19 na região e mais um ciclone nesta semana são as principais informações para você iniciar a sua segunda-feira
Vitor Netto
Por Vitor Netto Criciúma - SC, 06/07/2020 - 06:34Atualizado em 06/07/2020 - 06:54
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Concessão da BR-101 Sul: A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) assinará o contrato da concessão Sul da BR-101 na segunda-feira, 6. O trecho corresponde desde Palhoça até a divisa com o Rio Grande do Sul e o contrato será assinado com a Concessionária Catarinense de Rodovias S.A (CCR). O ato ocorrerá às 10h em Jaguaruna e deve contar com a a presença do diretor-geral em exercício da ANTT, Marcelo Vinaud Prado, e do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Bolsonaro em Santa Catarina: O presidente da República Jair Bolsonaro visitou Santa Catarina sábado, 6, pela manhã. Ele sobrevoou cidades atingidas pelo ciclone de semana passada. Acompanhou ele a vice-governadora, Daniela Reinehr (PSL), deputados e representantes da Defesa Civil, entre outras lideranças. Em Florianópolis o presidente se reuniu com autoridades locais e representantes do Governo do Estado. 

Mais mortes por Covid-19 na região: A Vigilância Epidemiológica de Criciúma informou no domingo, 5, o 13° óbito por Covid-19. Trata-se de uma mulher de 71 anos, portadora de hipertensão e diabetes que estava internada desde o dia 18 de junho em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O Balneário Rincão também registrou mais uma morte no fim de semana. É a segunda morte do município e trata-se de um homem de 71 anos. De acordo com o balanço de domingo, 5, Santa Catarina registrou mais 10 mortes por Covid-19 em 24h.

Mais um ciclone nesta semana: Nesta quarta-feira, 8, pode haver mais um ciclone extratropical com mais vento de rajadas que podem ir de 50 a 60 km/h em Criciúma. A Defesa Civil de Santa Catarina ainda alerta para a possibilidade de temporais isolados para as regiões que fazem divisa com o Rio Grande do Sul. "Bem menos do que o 'bomba' que foi a 91 km/h em Criciúma",  comenta o climatologista Márcio Sônego