O vereador Fernando Candido Mendonça (Progressistas), presidente interino da Câmara de Vereadores de Laguna, se manifestou após a realização da Operação Pactum Turpe, deflagrada pela Polícia Civil, que suspendeu o mandato do presidente Vitor Elíbio (MDB).
Segundo a nota, Mendonça afirma que o legislativo está adotando as providências necessárias para o cumprimento da determinação judicial recebida, respeitando a autoridade do Judiciário e colaborando com a investigação
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O interino ainda destaca que não teve acesso à integralidade dos elementos que fundamentam a investigação, limitando-se a colaborar com as autoridades competentes pelo caso sem dar juízo aos fatos apurados.
“A Câmara Municipal de Laguna, por meio de sua Presidência em exercício, informa à população que está adotando as providências necessárias ao integral cumprimento da determinação judicial recebida, respeitando as decisões emanadas do Poder Judiciário e colaborando com os órgãos responsáveis pela investigação”, escreveu.
O vereador concluiu a nota afirmando o compromisso com a transparência, assegurando que os trabalhos legislativos não serão afetados e se colocando à disposição das autoridades e da comunidade.
Entenda o caso
A Operação Pactum Turpe, deflagrada pela Polícia Civil através da 2ª Delegacia Especializada no Combate à Corrupção, da DEIC, cumpriu dez mandados de busca e apreensão na manhã desta sexta-feira (23) em Laguna, Palhoça, Garopaba e Gravatal. Foram investigadas residências, empresas e gabinetes parlamentares.
Com a investigação, o presidente da Câmara de Vereadores de Laguna, Vítor Elíbio (MDB), foi afastado imediatamente do cargo e teve o mandato suspenso por determinação judicial.
A operação investiga um possível pagamento de vantagens indevidas para vereadores para impedir a apuração, através de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), de um prejuízo superior a R$ 14 milhões em contratos de pavimentação asfáltica do município.
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