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Brigatti e o calor: as armas do Paysandu

Clima quente da capital paraense e os conhecimentos que o técnico do Paysandu tem do Tigre incomodam Mazola Júnior
Por Lucas Renan Domingos Criciúma, SC, 22/09/2018 - 06:00
Foto: Tiago Neotti / Criciúma E.C.
Foto: Tiago Neotti / Criciúma E.C.

Criciúma e Paysandu se enfrentam na tarde de hoje no Estádio da Curuzu, em Belém, no Pará. Para conseguir vencer o Papão, o técnico Mazola Júnior vem enfrentando problemas desde a última rodada. Ao todo, são sete desfalques no time. Elvis, Marlon e Zé Carlos suspensos e Eduardo, Ronaldo, Nicolas e Marlon Freitas no departamento médico. Mais do que o desafio de definir a escalação, o treinador acredita que outros dois fatores são favoráveis ao adversário: o calor e o conhecimento que Brigatti, técnico do Paysandu, tem do Tigre.

A partida está marcada para às 16h30min. A previsão para a hora do jogo é de mais de 30ºC e, na visão de Mazola, isso pode atrapalhar seu time. “Jogar na Curuzu é complicado. Até pela mudança do horário (antes da alteração da CBF, o jogo estava marcado para às 21h30min de ontem). Nessa época do ano, às 16h30min, com certeza os adversários sentem mais que o time deles”, pontuou. “Trabalhei em Belém um ano, sei como é à tarde lá, ainda mais se tiver a chuva. Não estamos habituados, uma viagem difícil, uma logística complicada”, acrescentou.

Outra pedra no sapato do tricolor é Brigatti. O técnico já derrotou o Criciúma na Série B em 2018. Ele era o comandante da Ponte Preta naquele 3 a 1 em Campinas no returno da competição. “O Brigatti já ganhou da gente esse ano, em outra situação, é diferente Paysandu e Ponte Preta, o Criciúma hoje é diferente. Mas são fatores que influenciam”, reconhece o treinador.

Só que o atual bom momento vivido pelo Tigre, também faz Brigatti ter cautela para o jogo. “É um jogo muito difícil. Uma equipe que vem de uma sequência de vitórias muito boa dentro do campeonato. Eu tenho certeza que vai trazer uma dificuldade muito grande pra gente”, alegou o comandante do Paysandu.