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Assinada a ordem de serviço para reforma do prédio do INSS

Salvaro prometeu entregar a nova Unidade Básica de Saúde no dia 6 de janeiro de 2020
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 01/03/2019 - 10:14Atualizado em 01/03/2019 - 10:43
(foto: Jotha Del Fabro)
(foto: Jotha Del Fabro)

O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), assinou na manhã desta sexta-feira (1º) a ordem de serviço para a reforma do antigo prédio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). No local irá funcionar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do Centro e o Laboratório Municipal de Análises Clínicas. A reforma será feita pela Fecel Engenharia e Construções. 

“É uma alegria poder viver este momento sabendo que a obra estava abandonada. Pertencia ao Governo Federal e essas questões burocráticas, assim como foi o prédio que era do Ministério de Minas e Energia, que pertencia ao Governo Federal, nós conseguimos tirar da mão do Governo e hoje pertence ao Município. A história de Criciúma não pode ser contada sem o prédio do INSS”, disse Salvaro.

O imóvel contará com um elevador para facilitar a mobilidade dos usuários. A Prefeitura de Criciúma foi autorizada pela União em outubro de 2017 a utilizar o antigo espaço ocupado pelo INSS. O local será ocupado por 20 anos, podendo prorrogar por mais 20 anos. O edital para a contratação da empresa havia sido lançado no dia 16 de janeiro.

“É um momento especial que estou vivendo, poder fazer a entrega da ordem de serviço de mais de R$ 1 milhão. Aqui vai funcionar a Unidade Básica de Saúde Centro, que vai atender mais de 30 mil pessoas. Aqui vai funcionar o laboratório, um gabinete odontológico, enfim, completo”, disse o prefeito, que prometeu a inauguração para o dia 6 de janeiro de 2020.

O elevador foi comprado com recursos repassados pelo Conselho Municipal de Defesa do Consumidor e da Cidadania (Comdecon), no valor de R$ 130 mil. A proposta da Fecel Engenharia e Construções foi de R$ 920.996,44. O Comdecon repassou no total R$ 1,1 milhão, por meio do Fundo Municipal de Defesa dos Direitos Difusos (FMDD).

Confira a entrevista na íntegra: