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Após manifestações, representantes de eventos tem encontro com o Estado

Reunião ocorrerá na próxima quarta-feira
Marciano Bortolin
Por Marciano Bortolin Criciúma, SC, 27/09/2020 - 10:09
Fotos: Notuurno/TudoEhFesta
Fotos: Notuurno/TudoEhFesta

Após uma manifestação realizada em Criciúma e outra na BR-101, os representantes do setor de eventos terão encontro com o Governo do Estado na próxima quarta-feira para tratar da possível retomada do segmento, parado desde o início da pandemia. “Tivemos acesso ao estado há 15 dias, viemos com uma minuta para apresentar ao pessoal, colocamos o que a gente pensa e como dá para trabalhar, fizemos o planejamento, mas não foi aceita pelo Estado, agora conseguimos uma região na quarta-feira, às 14h, para que a gente mostre o nosso planejamento para que o setor possa retornar. E que todos sejam inclusos e não só uma parte”, destacou a representante do setor de eventos, Daiane Savi, ao Programa Ponto Final, da Rádio Som Maior.

Na tarde dessa sexta-feira, 25, eles saíram de Passos de Torres em carreata e foram até Laguna, como forma de protesto. “Começou em Passo de Torres, passando em alguns pontos até chegar em Laguna. Pessoal do Oeste, de Florianópolis para esta grande manifestação e chamar atenção dos governantes para que a gente seja respeitado. Por mais que a gente tenha o protocolo formado, a gente não pode retornar porque a região está na situação laranja e por algumas situações que a gente achou que não são realidade do nosso setor de eventos, então vai ser cada vez mais difícil a gente retornar”, lamentou Daiane.

Ela falou ainda que percebe que uma mudança para o índice amarelo ainda é difícil. “Temos só uma região com o índice amarelo que pode realizar eventos com 40% da capacidade. A nossa proposta é retornar no grave, com uma porcentagem menor e serem inclusas as casas noturnas. Somos profissionais de eventos, não somos baladeiros como falam. É o nosso sustento. Desde maro estamos respeitando os protocolos, a espera, agora é hora de mostrar que analisamos. São mais de duas mil pessoas que trabalham diretamente com eventos em Criciúma, foram os indiretos. São muitas pessoas envolvidas que precisam retomar”, finalizou.

Confirma a entrevista na íntegra no podcast: