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Aberta a licitação que definirá as funerárias de Criciúma para os próximos 5 anos

Até o dia 2 de dezembro, funerárias deverão apresentar ofertas superiores a outorga mínima de R$ 50 mil
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma, SC, 25/11/2019 - 12:07Atualizado em 25/11/2019 - 12:11
foto: arquivo/4oito
foto: arquivo/4oito

Está aberta a licitação para escolha das seis empresas que irão administrar os serviços funerários de Criciúma pelos próximos cinco anos. As empresas interessadas deverão apresentar os documentos necessários até o dia 2 de dezembro, além de uma oferta com o valor mínimo de R$ 50 mil.
 
Segundo o secretário municipal de Assistência Social de Criciúma, Paulo César Bitencourt, a licitação irá atualizar as condições dos serviços funerários da cidade, que serão executados pelas empresas que apresentarem as maiores ofertas e que mostrarem condições técnicas adequadas. “Aproveitamos esse tempo de renovação para fazer os ajustes necessários para essas empresas, perceber o que não estava dando certo e trazer soluções para isso”, afirmou.
 
As funerárias que apresentarem valor superior aos R$ 50 mil e comprovarem capacidade técnica poderão explorar o serviço municipal e, por conta disso, ficarão com todo o recebimento advindo dos atendimentos. 
 
Em relação aos preços dos serviços funerários para o cidadão, Paulo César afirma que continuarão os mesmos, de acordo o que já é previamente tabelado. “Não há um valor fixo, já que existem vários tipos de serviços que irão depender, por exemplo, do tipo da urna [caixão], da morte e afins. Há um decreto que um decreto com a tabela de preços dos serviços, que deverá ser obedecida pelas empresas”, comentou.
 
De acordo com o secretário, esta licitação não implicará em nada na Central Funerária, que continuará existindo e realizando toda a regulamentação dos serviços - mas que poderá ser, futuramente, feito por uma empresa terceirizada. “Existe uma possibilidade de terceirização da Central Funerária, que hoje fica a cargo da Assistência Social. Com a terceirização, o poder público fará somente a cobrança da excelência desses serviços”, concluiu Paulo.