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30 milhões de comprimidos foram consumidos em Criciúma em 2016

Nesta segunda, o Observatório Social revelou números referentes a saúde
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 06/11/2017 - 17:14Atualizado em 06/11/2017 - 18:51
(foto: Décio Batista)
(foto: Décio Batista)

 Observatório Social de Criciúma divulgou na tarde desta segunda-feira (6), números da saúde, referentes ao período entre 2014 e 2016. O evento foi realizado na Associação Empresarial de Criciúma. Foram mostrados os gastos com funcionários e outros dados importantes.  

“Um número que nos chama atenção é o gasto da população com medicamentos. Em 2016 foram consumidos 30 milhões, para nós foi um número muito fora do que achamos concebível. Sabemos que 30% ou 40% da população que consome, indo aos postos de saúde e retirando os medicamentos”, destacou o diretor do observatório, Moacir Dagostin.

Foi apresentada uma comparação entre quatro cidades: Criciúma, Chapecó, Itaí e São José. Em Criciúma, o gasto médio com a população em relação a saúde foi de R$ 1.142,00, em Chapecó de R$ 1.175,00 e em Itajaí de R$ R$ 1.242,00.

“Nos surpreendeu o gasto de São José, que com 239 mil habitantes, a média deu R$ 477,00, mas lá o estado dá um suporte muito grande”, explicou o diretor.

De acordo com a secretaria de Saúde de Criciúma, Franciele Gava, um dos destaques do relatório foi a redução no quadro de funcionários. “Faremos uma análise de tudo o que o Observatório passou. Pudemos perceber 85 funcionários a menos, questões salariais também que hoje não existem mais”, disse Franciele.

A polêmica envolvendo pessoas que buscam atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em diferentes municípios deve acabar, um sistema on-line, deverá entrar em funcionamento no dia 14.

“Os cidadãos devem decidir em qual município vão dar entrada. Alguns entram na fila em dois municípios, o SisReg vai acabar com isso”, completou a secretaria.