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Delegado Civil de Criciúma Eduardo Ferraz (18/07/2018) / 18132

As funções de um delegado vão desde o levantamento de inquéritos até a saída à campo. O Programa do Avesso, da Rádio Som Maior, recebeu o delegado Eduardo Ferraz, carioca, que foi aprovado com menos de um ano de preparação, trabalhou em Içara por nove meses e está em Criciúma há três meses.

“Eu considero um problema positivo, é um jogo no final. Meus familiares todos são policiais lá no Rio de Janeiro, eu sempre quis ser isso e adoro o que faço”, contou. Ele é formado em Direito pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), professor e colunista do Canal Carreiras Policiais.

Filho de delegado, contou que seu pai foi ameaçado de morte várias vezes. Disse ainda que procura sempre ser profissional, para que todos aceitem suas decisões. Para ele, o tráfico de drogas é um problema geral, incluindo Criciúma. “Envolve desde os pequenos furtos, passando pela recepção de automóveis, que envolvem usuários que buscam manter seus vícios”, analisou.

Segundo o delegado, Criciúma tem ótimos presídios, se comparados a outros estados do país. “Quando estava na faculdade, eu conheci alguns presídios que eram modelo no Rio, e posso dizer que os daqui são bons. Eu cheguei aqui após as reformas”, disse Ferraz.

Ele diz que quando começou a trabalhar gostou ainda mais da profissão, mas que isso não é para qualquer um. “Tem pessoas que não vão se adaptar. Não tem hora para trabalhar, posso virar a madrugada trabalhando”. Após entrar na polícia, passou a ter mais cuidado e ser discreto, o que acha fundamental para a profissão.

Programa do Avesso 18/07/2018