Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...

Podcasts

O Orgasmo é um presente de Deus (23/02/2018) / 18033

É possível escolher naturalmente o sexo dos bebês? A palestrante Emília Bragança Gyrão afirma que sim. Ela participou do Programa do Avesso, da Rádio Som Maior, e revelou os segredos para um relacionamento dar certo. Viúva há 35 anos do médico Luiz Fernando da Fonseca Gyrão, Emília diz que não vale a pena guardar rancor e que cada pessoa tem o seu valor.

“A paixão tá comprovado cientificamente que dura dois anos. Depois começa a cultivar o verdadeiro amor”, afirmou.

Emília lembrou dos bons momentos com seu marido e se emocionou. Segundo ela, o fato dos casais geralmente trabalharem fora, tem contribuído para a qualidade da educação diminuir nos últimos anos. Aos 83 anos, a palestrante procura sempre estar informada, podendo ajudar quem precisar.

“Eu leio dois jornais todo dia, eu quero estar atenta ao que tá acontecendo ao meu redor. Gosto de ajudar as pessoas, então é bom saber quem precisa. Todas as pessoas são importantes”, disse.

Para Emília, é fundamental que as pessoas continuem tendo filhos, ou a população vai acabar. Ela afirma ser possível escolher o sexto do bebê, para isso, primeiramente o homem deve realizar um espermograma, e verificar a possibilidade de ter filho dos dois sexos.

“Se tiver os dois, eu ajudo através do Método Billings. Ela é forte, desce um chicletezinho, o esperma masculino morre antes, tem que ser na hora. Se quiser um menino, tem que esperar o fio comprido. É a coisa mais linda do mundo”, afirmou.

Esposa de médico e com a vida dedicada a religião, ela reuniu uma série de informações ao longo dos anos, que ajudam as mulheres a engravidar ou não. “Eu não gosto de ajudar no primeiro filho, acho que é uma decisão de Deus. Eu acho que o casal nunca deve ter um filho só”.

Ao longo da vida, ministrou palestras e cursos para noivos, um trabalho que já tem quase 50 anos. Emília acredita que o amor verdadeiro é conquistado ao longo dos anos, com convívio e confiança.

“Eu e meu marido combinamos de nos guardar para depois do casamento. Quando começava a esquentar levantávamos para tomar água. E foi muito bom esperar”, completou.