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Vilfredo Schürmann relembra interação com orangotangos e Triângulo das Bermudas

Ele é o capitão da Família Schurmann e conhece os sete mares
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 23/11/2017 - 21:05
(foto: Amanda Farias)
(foto: Amanda Farias)

A Família Schurmann é conhecida por suas viagens ao redor do mundo. Tudo começou em 1984, quando o economista Vilfredo Schürmann ganhou uma viagem para o Caribe e passou a se interessar por questões marinhas. Ele participou do Programa do Avesso e contou tudo sobre os sete mares.

Em 1984 a Família Schurmann partiu de Florianópolis, realizando uma viagem de dez anos pelos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. Casado com Heloísa Schürmann, os filhos do casal, David, Wilhelm e Pierre cresceram a bordo e estudaram por correspondência. Vilfredo destacou os perigos de velejar.

“Aquele que vai pro mar se prepara na terra. Tem que ter cuidado para não cair do barco, por exemplo, se isso acontece na Antártida, tem três minutos para resgatar ou morre de hipotermia”, contou.

Ele é palestrante e autor de dois livros: “Momentos de uma Aventura” (2001) e “Navegando com o Sucesso” (2009), além disso, é responsável pelo projeto econômico financeiro das expedições da Família Schurmann. Em 2012 foi condecorado com a Medalha do Mérito Naval da Marinha do Brasil.

“São sete mares e muitos oceanos. Na nossa última expedição foram três voltas ao mundo. Pela primeira vez fomos a China, levaram dois anos para conseguir as liberações”, afirmou o capitão.

Durante as viagens, sempre buscam conversar com os nativos, aprendendo diferentes culturas. Vilfredo falou sobre uma das experiências que mais marcou a Família. 

“Na Ilha de Bornéu entramos com um barco de 24 camas, a altura dele é equivalente a um prédio de 10 andares. Durante 4 horas interagimos com orangotangos, que tem 97% do nosso DNA”, lembrou.

Com tantos caminhos traçados, o famoso Triângulo das Bermudas, localizado no Oceano Atlântico, entre as ilhas Bermudas, Porto Rico, Bahamas e Fort Lauderdale (Estados Unidos) não ficou de fora. “Passamos pelo Triângulo das Bermudas, lá tem um negócio que gera ventos de 180 metros, com velocidades de 400km/h”, explicou Vilfredo.