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“Se quiser ser astronauta, é mais fácil do que ser guitarrista”

Luís Kalil realiza workshops sobre guitarras e já tocou com grandes nomes nos Estados Unidos
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 26/11/2019 - 17:32
Foto: Amanda Farias / 4oito
Foto: Amanda Farias / 4oito

Morando em Los Angeles desde os 17 anos, Luís Kalil já conseguiu alguns feitos em sua carreira musical, embora ainda nos primeiros anos. Ele já tocou com nomes importantes, como Corey Taylor, do Slipknot, Stone Sour, Steve Vai, Kenny Aronoff, Edu Falaschi e Marco Minemann. Está no Brasil para as festas de fim de ano e rodará o país com uma oficina musical.

“Eu nunca tive experiências ruins, mas é difícil encontrar os caras e serem eles mesmos”, disse, comentando sobre os nomes com quem já dividiu o palco. “Eu não gosto de ficar me vangloriando, mas eu já tenho a minha linguagem guitarrística, quando as pessoas ouvem sabem que sou eu”, completou Kalil.

Segundo ele, os brasileiros são batalhadores e não desistem fácil quando vão morar fora do país. “Eles chamam a Califórnia de estado santuário, nós temos por lá muitas pessoas que nos dão orgulho”. Kalil chegou a participar da banda Westfield Massacre, mas seu negócio mesmo é tocar solo.

“O show solo tem bateria também, a gente toca com o backtracking, eu falo um pouco sobre a minha história, o pessoal pergunta bastante coisa. É para não ser apenas um negócio virtual”, destacou o guitarrista. Atualmente tem sobrevivido com seus workshops, que agora serão realizados no Brasil, até o começo de janeiro.

Kalil reclamou da diferença entre preços de instrumentos no Brasil e nos Estados Unidos, por aqui um equipamento sai por R$ 7 mil, sendo que lá custa 1.000 dólares, comparou. “É o amor a arte o lance de fazer acontecer. Não tem uma fórmula, se quiser ser astronauta, é mais fácil do que ser guitarrista. Eu sempre falo que não vou iludir ninguém”, disse o guitarrista.

Confira a entrevista na íntegra: