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Motoristas revelam os segredos por trás da Uber

Três condutores da empresa participaram Do Avesso e destacaram a importância das avaliações
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 26/01/2018 - 14:48Atualizado em 26/01/2018 - 14:50
Mano e Pity recebem os motoristas da Uber Rodrigo Lameira, Marcelo Pierini e Pathryck Benedet (foto: Kelley Alves)
Mano e Pity recebem os motoristas da Uber Rodrigo Lameira, Marcelo Pierini e Pathryck Benedet (foto: Kelley Alves)

Ela foi fundada em 2009 e chegou em Criciúma no último mês de junho. A Uber conta com mais de 180 motoristas na cidade e para falar sobre esta função, o Programa do Avesso, da Rádio Som Maior, recebeu três motoristas parceiros Uber, que é o nome pelo qual são chamados os condutores da empresa.

Os motoristas ficam com 75% do valor das corridas, e 25% são entregues para a empresa. Os condutores sempre avaliam os passageiros e os passageiros também podem avaliar os motoristas, quem tiver com nota baixa, pode ser receber suspenção ou até mesmo ser banido do aplicativo.

"A gente tenta sempre conversar para conseguir uma avaliação boa. Tem que ver a liberdade que o passageiro te dá", destacou o motorista Pathryck Benedet, que foi um dos primeiros a iniciar o serviço na cidade. Entre os assuntos, o que mais tem destaque é a curiosidade dos contraentes em relação ao lucro proporcionado pela Uber.

Eles recomendam que a pessoa não pegue o celular emprestado para chamar o Uber. Antes que um motorista seja aprovado, a empresa avalia o histórico do candidato, e se for reprovado, não há justificativas. A empresa indica que os motoristas não se envolvam em confusão com taxistas, mas existe uma rixa entre as duas modalidades.

“É a guerra pelo dinheiro. Não somos inimigos, nos cumprimentamos nas sinaleiras”, analisou o condutor Rodrigo Lameira.

Em Criciúma rodam carros fabricados após 2008, com quatro portas e ar condicionado. O motorista não sabe qual o destino e só descobre no momento que recebe o passageiro.

“Basicamente é a questão da tarifação. Pela Uber pode chamar em qualquer ponto da cidade, teoricamente, vai com um passageiro e volta com outro”, disse o motorista Marcelo Pierini.

Não existe limite de horas para trabalhar com a Uber. É possível encontrar transporte em praticamente qualquer horário, principalmente aos fins de semana.