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Mais uma fase do Plano de Desenvolvimento da Amrec

Nesta sexta-feira, técnicos da Unesc apresentam trabalho realizado até aqui aos prefeitos
Marciano Bortolin
Por Marciano Bortolin Criciúma, SC, 24/09/2020 - 08:35
Foto: Marciano Bortolin / 4oito
Foto: Marciano Bortolin / 4oito

A Unesc, em parceria com os municípios da Região Carbonífera, segue elaborando o Plano de Desenvolvimento da Amrec. Após reuniões com as 12 cidades, os técnicos da universidade apresentarão tudo que foi levantado até agora em reunião com os prefeitos às 9h30min desta sexta-feira, 25. “Nesta parte da apresentação que será feita amanhã (sexta-feira), trabalharemos os dados quantitativos e qualitativos. Nas 12 reuniões, uma com cada município, coletamos informações dos setores presentes. Foram mais de 1,6 mil documentos analisados, entre formulários, falas, consultas públicas. Compilamos em uma metodologia adequada e ali traçamos quais são os desafios, sonhos e potencialidades”, comentou a professora e coordenadora do Observatório Socioeconômico e inovação da Unesc, Melissa Watanabe, em entrevista ao Programa Adelor Lessa, da Rádio Som Maior.

Além deste trabalho de campo, professora Melissa também falou que são realizados estudos em laboratório. “Fizemos um trabalho em laboratório dos impactos nos setores e subsetores. 
Amanhã, para os prefeitos, é a apresentação destes dados, análise econômica e que apresentaram como potencialidades. Apresentamos isso amanhã às 9h30min para os prefeitos, e na terça-feira, às 19h30min, em um webinar onde vamos apresentar as informações com a colaboração do trabalho feito amanhã para a população em geral e temos uma agenda com as câmaras técnicas para os projetos estratégicos para direcionar o plano”, enfatizou.

Entre os pontos citados nas reuniões com os municípios, Melisa citou a variedade econômica, tanto como realidade atual como futuro potencial e também o turismo integrado. “As pessoas que vêm para cá que não fiquem só em um município, mas que transite nos outros municípios. Foi falado em Serra Mar. Vieram estas questões de rota, gastronomia, mobilidade diferente com ciclovias, com trem. Tudo isso pautado na qualidade de vida da população, sustentabilidade e cultura regional”, finalizou.