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Lojas fechadas e pedestres com máscaras: o Centro de Criciúma nesta quarta-feira

Em sua maioria, comerciantes seguem cumprindo o decreto. Número de pessoas utilizando máscaras aumentou
Por Guilherme Nuernberg Criciúma - SC, 08/04/2020 - 12:14Atualizado em 08/04/2020 - 12:20
Foto: Guilherme Nuernberg
Foto: Guilherme Nuernberg

Após os dois encontros realizados na terça-feira, 8, e a promessa de abrir as portas, a grande maioria dos comerciantes segue cumprindo o decreto de isolamento social do Governo Estadual. O governador Carlos Moisés anunciou também ontem a prorrogação da validade do decreto para até domingo, 12. 

Saímos as ruas e verificamos. Alguns comerciantes estão aproveitando o tempo parado para repaginar o layout da loja, ou para fazer alguma reforma, outros também estão a disposição para receber o pagamento dos credores. 
 

Cartas, contas e boletos começam a acumular nas lojas que permanecem fechadas

Na área central, no entorno da Praça Nereu Ramos, estabelecimentos já liberados a voltar a rotina seguem o dia normalmente. Lotericas, óticas e correspondentes bancários estão a disposição, aguardando a chegada de clientes, que são poucos. Algumas lojas também descumprem o decreto, recebendo clientes de portas fechadas, com horário marcado, o que não é permitido. Nas lanchonetes, os clientes não tem acesso a mesas e cadeiras. O alimento não pode ser consumido no local, apenas para retirada ou delivery.

Polícia Militar verifica se há venda em lojas ou só pagamento de carnês

A rua Henrique Lage - que atravessou boatos em outros tempos que seria fechada para trânsito de veículos por conta do grande movimento de pedestres - está irreconhecível. Repleta de grades de lojas fechadas e falta de população caminhando, como se estivessemos num domingo de verão, em que os cidadãos esvaziam a cidade rumo ao litoral. 

Rua Henrique Lage na manhã desta quarta-feira

A boa notícia é a conscientização das pessoas. Podemos avaliar que em média, 50% das pessoas que cruzamos estavam usando máscaras e respeitando o distanciamento na fila de bancos e lotéricas.