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Do zero a 2.160 imóveis: a startup que transformou o Airbnb em uma máquina de PIX

A SeaZone nasceu de uma dor comum a muitos anfitriões e hoje é a maior gestora desse modelo de negócio no Brasil

Por Maryele Cardoso 29/08/2025 - 16:05 Atualizado há meio minuto
Foto: Redes sociais
Foto: Redes sociais

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O aluguel por temporada deixou de ser apenas uma alternativa para viajantes e se transformou em um mercado bilionário no Brasil. Impulsionado por plataformas como o Airbnb, o setor movimenta cada vez mais investidores e proprietários que buscam rentabilidade com imóveis de curto prazo. Nesse cenário, a SeaZone, fundada em 2018, se destaca como a maior gestora de imóveis da plataforma no país, com mais de 2.160 unidades sob administração e o selo de Superhost, concedido apenas a anfitriões de alto desempenho.

A ideia surgiu de uma necessidade, uma “dor” que foi transformada em oportunidade de negócio. "Comecei a alugar no Airbnb em 2014 e percebi tanto o alto faturamento quanto a dor de cabeça da gestão. Busquei uma empresa para resolver isso e vi que não existia. Foi aí que nasceu a SeaZone", explica o CEO e cofundador da SeaZone, Fernando Pereira.

Segundo Pereira, o modelo de negócios é simples, a SeaZone assume toda a operação do imóvel, desde fotos e anúncios até recepção de hóspedes, limpeza, manutenção e atendimento emergencial. "O único trabalho do proprietário é receber o PIX no final do mês", resume. A empresa cobra uma taxa de 20% sobre cada reserva, alinhando o ganho da gestão ao desempenho do imóvel.

Com mais de 600 mil anúncios de Airbnb no Brasil, o CEO acredita que o setor ainda tem muito espaço para crescer, mas reforça que rentabilidade depende de planejamento. "O imóvel tem que ser adequado para o público certo e ter características para chamar a atenção desse público. Um imóvel de praia, usado só de vez em quando, paga as contas, mas não gera grandes retornos”, relata.

Ouça a entrevista completa:

 

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