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Covid-19: na Unimed, maioria das internações se deve a festas familiares

Hospital conta atualmente com 22 internados em clínica e 7 em UTI
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma - SC , 03/07/2020 - 15:34Atualizado em 03/07/2020 - 15:46
Divulgação
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Criciúma, assim como praticamente toda a Santa Catarina, vem vivendo há algumas semanas uma alta no número de casos e internações por conta do novo coronavírus. No hospital da Unimed do município, a grande maioria das internações são referentes a pacientes que quebraram o isolamento social ao se reúnirem em festas e encontros familiares.

"Se a gente passar e visitar hoje os 22 pacientes da Unimed, todos são a mesma história: são festas familiares, porque querem ficar perto dos familiares. É ali onde acontece, porque é quando tiramos a máscara e não usamos o álcool em gel, se abraça e beija. Devemos tomar esse cuidado", declarou o presidente da Unimed de Criciúma, Leandro Avany Nunes, em entrevista ao Agora desta sexta-feira, 3.

Além dos 22 pacientes internados em clínica, atualmente o hospital conta com sete pacientes em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A capacidade máxima seria de nove, mas a situação não deve causar pânico na população - segundo Leandro. "Chegamos perto da nossa ocupação máxima, mas isso não significa que a população tem que se apavorar. Tem é que ficar alerta. Deve sair para trabalhar, comprar e frequentar os restaurantes com cuidados, mas evitar aglomerações e reuniões em grandes grupos", pontuou.

Leandro aidna reforça que, por mais que o número de internações ainda esteja alto na cidade, tanto a Unimed quanto o São João e o São José possuem uma boa estrutura para lidar com a doença, com equipes e profissionais qualificados para a ação. "Está suportável, cansativo e desgastante para gestores, médicos e o pessoal da equipe de enfermagem. Para todos que lidam com a sa´due é muito desgastante, mas estão firmes e fortes para dar segurança à Criciúma", afirmou.

Como o vírus vem se comportando no mundo

Leandro ressalta que países que não realziaram o lockdown adequado, como Estados Unidos, Espanha e Itália, ocorreu uma enxurrada de casos ao mesmo tempo, com grande número de internações e mortes em um grande pico. Acontece que, após esse auge o pico vai descedo, até chegar próximo de acabar. "Hoje praticamente a doença está sumindo na Europa. Espanha, França e Alemanha já estão com a vida normal, caminhando para o fim", disse.

Já Santa Catarina realizou um bom lockdown ainda nos primeiros dias do vírus no estado, o que fez com que o sistema de saúde pudesse aguentar a quantidade de pessoas internadas com a doença. "Nós achatamos a curva, mas quando você achata a curva, você prolonga ela. Como ainda não tenho um gande número de pessoas infectadas, eu fico mais tempo sofrendo. O sitema de saúde suporta

Tags: coronavírus