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Até onde pode ir a inteligência artificial?

Professores de Ciência da Computação falaram sobre os conceitos da área no Do Avesso
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 02/10/2018 - 15:35
Foto: Mano Dal Ponte
Foto: Mano Dal Ponte

A tecnologia avança a cada dia e uma das áreas que mais tem ganhado destaque, e até mesmo deixado pessoas apreensivas, envolve a inteligência artificial. Mano Dal Ponte e Pity Búrigo receberam, no Programa do Avesso, da Rádio Som Maior, os professores de Ciência da Computação da Unesc, Luciano Antunes e Merisandra Côrtes de Mattos, para falarem sobre robôs, programação e jogos.

Foto: Luana Mazzuchello


“Não deixa de ser um sistema computacional, é desenvolvido por um programador. Ele tem regras a serem respeitadas, mas vai aprendendo com humanos, então temos relatos de notícias de robôs que tiveram chatbox desativados por estarem agindo de maneira não muito legal, que aprenderam com usuários”, explicou a professora.

Toda a tecnologia que é oferecida ao público em geral leva anos para ser desenvolvida, as vezes até mesmo décadas. Conforme Merisandra, a inteligência artificial tem mais de 60 anos. “Criptomoedas estão chegando agora, mas já existem desde antes de 2010”, exemplificou Antunes. A evolução chegou também aos games, que antes apenas executavam funções estabelecidas. “Os novos jogos vão interagindo de acordo com o usuário”, completou.

Segundo a professora, a inteligência artificial pode ser percebida no Facebook, que reconhece fotos ou no Google, que indica quando o usuário escreveu algo de errado. A área ainda está em desenvolvimento e continuará apresentando novidades por um bom tempo. "A inteligência artificial ainda não consegue reproduzir as emoções humanas, então são para a solução de problemas. Alguns utilizados na medicina, baseado no histórico auxiliando na tomada de decisões", afirmou.

Foto: Luana Mazzuchello


Confira o Programa do Avesso na íntegra: