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“A prudência ainda é necessária”, ressalta pneumologista sobre flexibilização do uso de máscaras

Decreto do governador Carlos Moisés desobriga uso do item em ambientes externos
Por Marciano Bortolin Criciúma, SC, 25/11/2021 - 18:53 Atualizado em 25/11/2021 - 18:56
Foto: Arquivo/4oito
Foto: Arquivo/4oito

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O governador Carlos Moisés da  Silva assinou, nesta quarta-feira, 24, o decreto que flexibiliza as regras para o uso de máscaras em Santa Catarina. As medidas vêm em um momento de redução do contágio no estado, diminuição do risco potencial e do avanço da vacinação.

Com relação às máscaras, cai a obrigatoriedade do uso do item em locais abertos. Para o pneumologista, Renato Matos, ainda é preciso ter cautela, mesmo em um momento de diminuição de casos em Santa Catarina. “Apesar de estarmos vivendo um dos melhores momentos na pandemia, sabemos que ainda não terminou. Alguns lugares do mundo como a Europa tem registrado grande número de casos. Se fala que o problema destes países é que a vacinação está ruim. Se avaliarmos a Alemanha, um dos países mais afetados é 65%. Em Santa Catarina este percentual é parecido com isso. É preciso ter cuidado. Este vírus é imprevisível. A prudência ainda é necessária. Tomara que isso se mantenha, mas ainda temos que ter cuidado por mais um período”, ressalta. 

O médico fala ainda que algumas pessoas precisam ter uma cautela ainda maior. “Pessoas com comorbidades e aqueles vacinados há mais de seis meses que não fizeram a dose de reforço precisam manter os cuidados”, completa.

Há pouco mais de um mês, no dia 22 de outubro, o prefeito Clésio Salvaro assinou decreto que flexibilizava o uso da máscara em Criciúma. Decreto este que foi derrubado pela Justiça. “Na época, Criciúma já fez o decreto tornando desnecessária a obrigatoriedade da máscara ao ar livre. Não adianta querer enganar, as pessoas não estão mais usando em lugares como este. Na ocasião, o decreto foi derrubado porque a justiça entendeu que é de competência do Estado”, relata o secretário Municipal de Saúde de Criciúma, Acélio Casagrande.
 

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