De quase lanterna ao G-4 na Série B. Após um desempenho ruim nas cinco primeiras rodadas do turno, quando somou apenas cinco pontos sob o comando do técnico Zé Ricardo, o Tigre começou o returno com força total — desta vez, acumulando 10 pontos nos mesmos cinco jogos, o dobro da pontuação inicial.
A comparação entre os dois momentos mostra a transformação da equipe dentro de campo, com mais consistência, equilíbrio defensivo e eficiência ofensiva.
Turno: Início oscilante e irregular
Sob o comando de Zé Ricardo, o Criciúma teve um início de campeonato com altos e baixos. Foram cinco pontos conquistados em 15 possíveis, com apenas uma vitória, dois empates e duas derrotas:
Criciúma 1 x 2 Operário-PR
Athletico-PR 2 x 1 Criciúma
Criciúma 4 x 0 Athletic
Novorizontino 1 x 1 Criciúma
Criciúma 1 x 1 Remo
Zé Ricardo seria demitido na sexta rodada após a derrota para a Chapecoense, em Chapecó.
Returno: Reação e afirmação
Já no returno, o Criciúma bem diferente. Mais forte e eficiente, conquistando 10 pontos de 15 disputados. Foram três vitórias, um empate e apenas uma derrota:
Operário-PR 1 x 0 Criciúma
Criciúma 4 x 2 Athletico-PR
Athletic 1 x 1 Criciúma
Criciúma 2 x 0 Novorizontino
Remo 0 x 1 Criciúma
Além da pontuação superior, o time mostrou evolução tática, maior controle de jogo e poder de decisão. A defesa se mostrou mais sólida, com apenas quatro gols sofridos.
O aproveitamento saltou de 33% para 66%, um crescimento significativo que recoloca o Criciúma na briga pelo acesso.