O técnico do Criciúma, Eduardo Baptista, lamentou a lesão do atacante Yuri Tanque, que sofreu uma ruptura do tendão de Aquiles.
Segundo o treinador, a relação com o jogador não é recente. Baptista afirmou que foi ele quem deu a primeira oportunidade profissional ao atleta, ainda na Ponte Preta, e que o atacante já vinha sendo monitorado há bastante tempo.
“Quem deu a primeira oportunidade como profissional fui eu, lá na Ponte Preta. Ele já era um menino que se destacava bastante na base, e há tempo a gente monitora esse jogador. O Thiago trouxe o nome dele e eu falei: ‘pô, é o cara, é o cara que tem o perfil’”, disse.
O treinador lembrou também da passagem do atleta pelo Guarani, onde teve bom desempenho, e da ida posterior à Coreia do Sul, que acabou tirando o jogador dos holofotes do futebol brasileiro.
“Ele esteve há uns três anos no Guarani e desequilibrou. Depois acabou indo para a Coreia e ficou talvez um pouco esquecido. Era a nossa grande contratação, e ainda é. O que aconteceu foi uma fatalidade, mas queremos recuperar o menino, que ainda vai nos ajudar este ano”, destacou Baptista.
Eduardo Baptista deixou claro que o clube segue no mercado em busca de reforços, mas com critérios rigorosos. Segundo ele, o Criciúma não pretende contratar jogadores apenas para “fazer número”.
“Nós não vamos trazer jogador para vir na coletiva, para fazer volume. Quem vier tem que ser igual ou melhor do que os nossos titulares. O Tiago usa uma palavra: precisamos trazer jogadores G1. Os meninos da base têm oportunidade, mas esse nível de atleta é mais difícil de encontrar”, afirmou.
O técnico explicou que a rotina intensa de jogos dificulta uma análise mais ampla de outros mercados, mas elogiou o trabalho da diretoria na prospecção de atletas.
“É muito jogo, você não consegue erguer muito a cabeça para outros mercados. O Thiago coordena muito bem esse trabalho e nós estamos atrás de reforços”, comentou.
Baptista reforçou que o Criciúma tem objetivos ambiciosos para a temporada.
“Já falei aqui em título e também em acesso à Série A. Se a gente realmente quiser isso, precisamos de um jogador por posição. Não quer dizer que precisamos de 11, mas de zagueiro, goleiro, lateral-esquerdo, volante, meia, um nove e jogadores de beirada”, detalhou.
Ele também ressaltou o nível elevado da Série B deste ano, citando a força dos adversários.
“Vamos disputar uma Série B com grandes forças, times que estão se preparando muito bem. Vamos entrar para brigar com esses caras”, garantiu.
Por fim, o treinador reconheceu que o processo de contratação tende a ser mais demorado, justamente em função do critério adotado pelo clube.
“Contratar é um processo um pouco mais lento, porque não é qualquer nome que serve para esse propósito”, concluiu.
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