No dia 19 de janeiro, o Blog já havia destacado a dor de cabeça do técnico Eduardo Baptista com a ausência de centroavantes, todos fora de combate por lesão. Nesta quinta-feira (22), após a vitória por 2 a 1 sobre o Camboriú, o treinador voltou a reconhecer as dificuldades do time no setor ofensivo, agravadas pelo número limitado de opções.
Apesar de contar com atletas de qualidade, Eduardo Baptista ressaltou que a falta de peças disponíveis tem exigido soluções internas enquanto a diretoria busca reforços no mercado.
“É um setor importante nosso. Temos bons jogadores de qualidade, mas não temos número”, afirmou.
Segundo o treinador, o problema já está identificado, e o foco é encontrar alternativas para reduzir os impactos no desempenho da equipe.
“O problema já está ali, está instaurado. A gente tem que buscar a solução”, completou.
Entre as opções atuais, Eduardo Baptista destacou a evolução de João Carlos, que, segundo ele, vem demonstrando maturidade em campo.
“Hoje foi mais uma partida madura dele”, avaliou.
O treinador explicou ainda a situação de Nicolas, relacionado para a partida, mas preservado de última hora.
“Ele ficou inseguro de vir, sentiu a perna mais pesada. Conversamos com o departamento médico e a preparação física, e acharam melhor segurar o atleta, dar um dia a mais de descanso”, detalhou.
A situação se agravou durante a partida. Waguininho deixou o gramado ainda no primeiro tempo com dores na posterior da coxa. Diego Gonçalves também sentiu a região a posterior, mas voltou para o segundo tempo e será reavaliado pelo departamento médico.
Além deles, outros atacantes seguem fora de combate: Borasi trata uma fascite plantar no pé esquerdo; Thales está em transição após lesão no adutor da coxa esquerda; Capella se recupera de lesão na coxa esquerda; e Cauê Santos e Yuri Tanque romperam o tendão de Aquiles.
Apesar da carência ofensiva, Eduardo Baptista reforçou que não haverá pressa nas contratações. Segundo ele, a diretoria reconhece a necessidade de reforços, mas o critério seguirá sendo a qualidade.
“Não vamos contratar para fazer número. Precisamos trazer jogadores de qualidade, como todos que vieram até hoje”, concluiu.
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