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Ciro Bottini (16/03/2018) / 15048

Compre, compre, compre. Mano Dal Ponte e Pity Búrigo entrevistaram no Programa do Avesso, da Rádio Som Maior, um dos mais conhecidos vendedores do Brasil, Ciro Bottini. Palestrante, autor de livros e apresentador de televisão, Bottini não perde uma venda, desde que o produto seja bom.

"Eu não gosto de vender produto ruim, porque quero que comprem de novo, e indiquem para a mãe, para a vó", afirmou. Ele escreveu três livros, sendo o últimos deles “Energia para Vender”.

Ciro Bottini disse que sua motivação é a mesma se for fazer uma palestra para dez ou para 500 pessoas. Acredita que o importante é ter o sorriso no rosto e gosto pela venda. Ele trabalha na TV Shoptime desde o dia de sua fundação, em novembro de 1995.

"Quando surgiu a TV a cabo tinha meia dúzia de canais, com pouca oferta de conteúdo, então estávamos no lugar certo e na hora certa. Era um canal do grupo Globo, então estava bem posicionando", lembrou Bottini.

Bottini procura vender apenas produtos de qualidade e testa os itens antes de ir para o ar. Pensa que sua longevidade se deve ao compromisso com o comprador. "A ética tem limites, o consumidor sabe tudo. Se você não for ético, vai durar pouco, a longevidade é o meu maior patrimônio".

Segundo o apresentador, as vendas são realizadas com relógio para impulsionar as pessoas a comprarem e porque o tempo na televisão é caro. Quando um produto passa a ser vendido, possui ao menos mil unidades no estoque. Bottini também destacou que sempre precisa inovar, pois hoje concorre com milhares de canais na TV. "Tem duas coisas que me fazem não gostar de um produto. Ou ele não me é útil, mas é bom, ou então é ruim, então não pode ir para o ar", contou.

Se mostrou contrário a exclusividade, dizendo que isso é uma chatice. Também revelou que Silvio Santos é a sua inspiração para as vendas e para a apresentação de programas. Bottini gravou durante algum tempo comerciais para o Baú da Felicidade, mas não conheceu pessoalmente o ídolo.

“Não tem como não dizer que minha inspiração não foi o Silvio Santos. Ele é vendedor, é alegre, é sorridente. A gente vê aquele cara há 500 anos, não tem como não associar”, contou.