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Enquanto houver esperança, é preciso acreditar, pensa Marlon

Lateral diz que o Criciúma precisa estar motivado para o jogo contra o Oeste
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 22/11/2019 - 17:00Atualizado em 22/11/2019 - 17:04
Foto: Divulgação / Criciúma EC
Foto: Divulgação / Criciúma EC

Para Marlon, enquanto houver esperança os jogadores do Criciúma devem continuar acreditando na possibilidade de permanência na Série B. Tudo depende de uma derrota do Figueirense na noite de hoje, contra o CRB fora de casa. O lateral acredita que a mentalidade dos jogadores precisa estar forte, pensando somente na vitória contra o Oeste.

“O futebol é muito imprevisível, às vezes quanto menos você espera as coisas acontecem. Então eu volto a falar, se tiver esperança temos que acreditar até o final. Temos que viajar com o pensamento de ganhar o jogo, nós vamos trabalhar muito forte com esse objetivo, que é ter o resultado positivo", afirmou o jogador do Criciúma.

Marlon viveu algo parecido no começo da temporada de 2018, durante o Campeonato Paulista, quando defendeu o Mirassol, naquela ocasião o time precisava pontuar na última rodada, para que escapasse do rebaixamento. O resultado foi de 1 a 1 contra a Linense, mantendo o Mirassol na elite, e ainda conseguindo vaga no Troféu do Interior.

A ideia é se inspirar no feito do Mirassol, que escapou com um gol no último minuto. "A gente sabe que é uma situação muito delicada, mas é como a gente fala, enquanto tiver um fio de esperança a gente tem que crer que as coisas vão acontecer. Dependemos que o Figueirense perca os dois jogos, mas a gente tem que ir lá em Barueri e ganhar do Oeste", destacou.

O que levou o time a essa situação?

Conforme Marlon, existem alguns fatores que deixaram o Tigre nesta posição, dependendo de uma combinação improvável de resultados para não cair. Ele preferiu não culpar somente a arbitragem, que causou polêmica em jogos contra Sport e Operário, entre outros.

"Tem vários fatores, não foi só a arbitragem, nós deixamos a desejar em algumas partidas. O Criciúma jogando aqui é muito forte. Eu sempre falo que eles são seres humanos (os árbitros) e podem errar, mas erraram muito, teve um pouquinho de cada coisa, não podemos somente culpar a arbitragem, nós tivemos culpa", comentou o jogador.