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Sul do Estado gera mais 400 empregos formais em julho

Saldo ficou positivo, apesar de Criciúma e da Região Carbonífera registrarem mais demissões neste período

Por Redação Criciúma, 30/08/2025 - 13:58
Foto: Divulgação
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O Sul do Estado encerrou o mês de julho com saldo positivo de 409 empregos formais, mesmo com Criciúma e a Região Carbonífera registrando mais demissões do que contratações no período. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. "Apesar do resultado agregado favorável, os números revelam oscilações relevantes entre municípios e setores", ressalta o economista Leonardo Alonso Rodrigues que, junto com o também economista Alison Fiuza, elabora o Boletim do Emprego Formal, disponibilizado pela Associação Empresarial de Criciúma (Acic).

Na região da Amrec, o saldo mensal foi negativo em 62 vagas, influenciado pelo desempenho de Criciúma, que apresentou perda de 111 postos de trabalho com carteira assinada durante o mês. O resultado, entretanto, não compromete o crescimento verificado no acumulado do ano, no qual tanto Criciúma quanto a Amrec mantêm resultados positivos: 1.715 e 4.056 novas vagas, respectivamente. Já a mesorregião acumulou acréscimo de 10.987 empregos entre janeiro e julho, ainda que em ritmo ligeiramente inferior ao observado no mesmo período do ano passado (11.292).

 

Municípios

Dos 12 municípios da Região Carbonífera, dez acumulam saldos positivos em 2025. Em julho, Orleans liderou a geração de vagas (30), enquanto Criciúma teve o pior desempenho. Balneário Rincão apresentou a maior variação positiva no estoque de empregos (0,54%), e Treviso registrou a maior queda proporcional (-0,76%).

 

Setores

Sob a ótica setorial, os serviços permanecem como principal motor do crescimento, com destaque para a área da saúde, responsável por 2.060 novas vagas e contribuindo para o saldo de 6.326 empregos no setor como um todo. A indústria também teve papel relevante, somando 3.162 empregos, impulsionada principalmente pelo segmento de confecção de vestuário, que sozinho respondeu por 628 vagas líquidas. "Observa-se uma desaceleração no ritmo de crescimento nos últimos meses, acompanhada de oscilações setoriais e territoriais relevantes. Apesar disso, a manutenção de saldos positivos nos principais segmentos evidencia a resiliência do mercado regional", aponta Fiuza.

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