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Campanha da Fraternidade

Por Pe. Samiro 18/02/2019 - 06:00Atualizado em 18/02/2019 - 23:23

No centro da pauta, "Fraternidade e Políticas Públicas". Este é o tema da Campanha da Fraternidade proposto pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para 2019, cujo lema é "Serás libertado pelo direito e pela justiça" (Is 1,27), que norteou o estudo promovido pela Diocese de Criciúma.
A segunda etapa, que contemplou o método "agir" da CF 2019, agora seguirá também para a pauta do Conselho Diocesano de Pastoral, que reúne lideranças diocesanas na próxima semana, na quinta-feira, em Urussanga.

Olhar sobre a realidade

Com a contribuição de Juliano Carrer, Marcos Tramontin e Hélio Furlan, os 130 participantes do estudo tiveram uma memória sobre os pontos centrais da campanha sob a perspectiva do "ver" e "julgar" - já estudados em dezembro do ano passado, em dois núcleos da Diocese - com uma preocupação especial, à luz do que pede a Igreja, diante da necessidade do interesse e da participação do cristão na política, como instrumento para o bem comum e a justiça social. Além disso, o questionamento a respeito da representatividade da Igreja nas cadeiras de conselhos estadual e municipais de políticas públicas, quanto a quem ocupa, seu comprometimento diante do que orienta a Doutrina Social da Igreja, bem como se recebe o acompanhamento ou se abre ao diálogo com a comunidade.
Antes da segunda etapa do estudo, a Diocese de Criciúma aplicou um questionário a todas as suas 34 paróquias e três santuários diocesanos, como forma de obter um diagnóstico sobre a realidade social em suas comunidades. Assim, foi obtido o levantamento de que 57% das comunidades estão localizadas em área rural, 35% urbana e 8% na periferia.
Entre os principais problemas sociais elencados na cidade, as comunidades apontam violência, insegurança, desemprego, moradia, tráfico e consumo de drogas, educação precária, pobreza, entre outros. Já no campo, predominam os problemas relacionados à pobreza, estradas mal conservadas, êxodo rural, roubos, desemprego, alcoolismo, pouca valorização da produção agrícola, dentre outros.
Nas regiões de periferia, o tráfico de drogas, o desemprego, falta de segurança, de infraestrutura e moradia, saneamento básico e saúde precária são alguns dos maiores problemas.