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Por Lucas Rocco 12/01/2019 - 06:00

Por Diogo Yamassake

A semana foi de alta no nosso mercado elevando ao maior fechamento da história em pontos do nosso índice. A alta da semana de 1,98% aos 93.658 pontos manteve a expectativa positiva em nosso mercado com o novo governo e as possíveis reformas que parecem mais próximas de sair do papel.

O destaque da semana foi o desempenho positivo das ações da Via Varejo que após um começo de semana fraco, teve 2 pregões na quinta e sexta-feira de forte alta, fechando a semana com 5,62% de avanço cotada a R$ 4,51.

Embraer

Após o governo anunciar que não vai vetar a operação entre Boeing e Embraer na tarde de quinta-feira (10), as ações reagiram bem e chegaram a subir 10% no começo do pregão da sexta-feira (11), mas diminuíram o ímpeto durante o dia, fechando cotada a R$ 21,53 e alta de 2,57%. Em documento, o governo afirma que não haverá mudança no controle da Embraer.
As empresas afirmaram que a aprovação é bem-vinda e que a transação as colocará em posição de acelerar o crescimento nos mercados globais de aeronaves. A transação deve ser concluída ainda esse ano.

Por Lucas Rocco 11/01/2019 - 06:00

A bolsa de valores brasileira segue vivendo um início de ano excelente. O principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa chegou nesse meio de semana a emplacar mil pontos de avanço por pregão em 2019 ao fechar pela primeira vez da história acima de 93 mil pontos. Enquanto isso, o dólar veio para o menor patamar em dois meses, fechando em 3,68. Até o CDS (Credit Default Swaps) conhecido como "seguro-calote", que é negociado no exterior como uma das principais referências de risco utilizadas pelos investidores, chegou à sexta queda consecutiva.

Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro comemorou o fato de a Bolsa de Valores ter atingido novamente sua máxima histórica essa semana. Para o presidente, o recorde se soma ao otimismo que predomina no governo que assumiu há pouco mais de uma semana. No Twitter disse: “A Bolsa de valores atingiu mais uma máxima histórica. O cenário mundial somou-se ao otimismo no Brasil com o novo governo.”

Por Lucas Rocco 10/01/2019 - 06:00

A queda rápida e acentuada na taxa de juros brasileira tornou a rentabilidade da renda fixa parecida com a do mercado norte-americano, no qual a rentabilidade dos investimentos ditos conservadores, não consegue proteger os recursos do investidor contra a corrosão inflacionária. Sendo assim, o grande risco é o de chegar ao final do período de investimento no mercado de crédito (Renda Fixa) com menos dinheiro do que se começou, em termos reais.

Quando o investidor começa a estudar as possibilidades de como aplicar seu dinheiro, depara-se com uma primeira dúvida.
Comprar um imóvel ou investir no mercado financeiro?

Hoje em dia os investidores já podem optar por ambas as opções simultaneamente.
Os Fundos de Investimento Imobiliário (FII) são formados por grupos de investidores com objetivo de aplicar recursos em todo tipo de negócio de base imobiliária. Seja no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou em imóveis prontos, como edifícios comerciais, shoppings e hospitais.

Qualquer pessoa, da sala de sua casa, pode investir nos maiores empreendimentos imobiliários do país através dos FII, com até mesmo menos de mil reais.

Por Lucas Rocco 09/01/2019 - 06:00Atualizado em 09/01/2019 - 23:20

Por Renato Augusto

A indústria brasileira avançou em novembro e interrompeu quatro meses de queda impulsionada pelos bens intermediários, mas registrou o resultado mais fraco para o mês em três anos. Em novembro a produção industrial teve alta de 0,1% em relação a novembro de 2017, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O ano vai fechar positivo, mas com uma taxa menos do que se esperava, será o segundo ano seguido com alta, mas não se repõe a perda acumulada de 16,7% nos anos de 2014,2015 e 2016. Entre as atividades, a principal influência positiva partiu dos produtos alimentícios, com avanço de 5,9%, e 7,1% para os produtos farmoquímicos e farmacêuticos e de 0,5% de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis. Nas quedas, o que mais se destacou-se foi veículos automotores, reboques e carrocerias queda de 4,2%. A confiança da indústria brasileira terminou o ano registrando sua segunda alta consecutiva em dezembro, com melhora da percepção sobre a demanda interna, embora ainda sinalize um ritmo moderado de atividade do setor na virada para o próximo ano.

Dólar

Fecha em queda de 0,5%, cotado a R$ 3,716 de olho na reforma da Previdência. O mercado acompanhou o cenário local, após notícias de que a proposta de reforma da Previdência elaborada pelo governo pode trazer uma regra de transição mais dura que a proposta pelo governo anterior, o que representa uma maior economia de gastos. O Banco Central vendeu 13,4 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente a venda futura de dólares, desta forma, rolou US$ 3,35 bilhões do total de US$ 13,398 bilhões que vence em fevereiro. Segundo alguns analistas em 2019 a tendência do cambio é ficar no patamar em R$ 3,64, 2020 R$ 3,50 e em 2021 R$ 3,30.
 

Por Lucas Rocco 08/01/2019 - 06:00Atualizado em 09/01/2019 - 23:11

Por André Ribeiro

Os mercados acionários internacionais iniciaram a segunda semana do ano com tom positivo, seguindo as informações mais otimistas sobre a economia norte-americana, o anúncio de novos estímulos na economia chinesa e a expectativa em relação às negociações comerciais entre China e Estados Unidos.

EUA

Na última sexta-feira, dados do mercado de trabalho norte-americano mais fortes afastaram, por agora, o receio de uma desaceleração econômica mais aguda na maior economia do mundo e aumentaram o apetite por risco dos investidores. Foram criadas 312 mil novas vagas de trabalho nos EUA, o maior resultado desde fevereiro, acima da expectativa de 176 mil novos postos. O valor da hora paga também gerou otimismo, o ganho salarial foi o maior desde 2008. Isto, somado às declarações mais moderadas do presidente do Banco Central norte-americano, fizeram os mercados iniciarem a semana com bons ventos.
 

Por Lucas Rocco 05/01/2019 - 06:00Atualizado em 09/01/2019 - 21:29

Por Diogo Yamassake

Histórico! O Indice de ações teve uma semana de forte alta de 4,5% aos 91.840 pontos. Renovamos nosso topo histórico e tivemos o maior fechamento de todos os tempos. Várias ações subiram mais de 10%, mas o destaque ficou com a Sanepar e suas ações preferenciais (SAPR4), com alta de 22,51% na semana, sendo cotada a R$ 12,69. A empresa estatal de saneamento básico do Paraná vem na onda das empresas que podem ser privatizadas nesse novo governo.

Dólar

O dólar teve seu quinto pregão consecutivo de queda e nesse semana perdas de 4,15% sendo cotado a R$ 3,715. A moeda parecia querer recuperar um pouco as perdas no último pregão da semana, mas a entrevista do presidente do Banco Central norte americano Jerome Powell, puxou a moeda novamente pra baixo. Powell disse que o FED será sensível aos riscos de baixa que o mercado está precificando.

Por Lucas Rocco 04/01/2019 - 06:00Atualizado em 09/01/2019 - 21:05

Por Diogo Yamassake

Começo de ano de otimismo para o nosso mercado e após um primeiro pregão do ano de forte alta, a bolsa de valores brasileira parecia caminhar para um dia negativo nessa quinta-feira (3), mas nos minutos finais virou e fechou em alta de 0,61% aos 91.564 pontos. Renovando o maior fechamento histórico do nosso mercado.

Eletrobrás (ELET6)

O grande destaque positivo foram as ações preferenciais da Eletrobrás que fecharam o pregão de quinta-feira cotada a R$ 34,20 uma alta de 6,01%. A repercussão do discurso do novo ministro de Minas e Energia, o almirante Bento Albuquerque Junior de que o governo vai dar prosseguimento a privatização da estatal animou os investidores e em 2 pregões no ano, as ações preferenciais da Eletrobrás já acumularam alta de mais de 20%.

Por Lucas Rocco 02/01/2019 - 06:00

Por Renato Augusto

Ibovespa cresceu 15% em 2018 um dos melhores desempenhos entre os desempenhos globais, nós Estados Unidos, Europa, China e alguns países da América Latina fecharam com perdas. Apesar da liderança global o índice subiu menos que em 2017, quando atingiu 26% de alta e em 2016 que ficou com 40%. O ambiente desfavorável que prevaleceu no exterior não afetou as ações brasileiras como outros mercados, graças um otimismo com fatores internos. A guerra comercial entre EUA e China, iniciada em março, fez os investidores procurarem ativos de menor risco. Assim fortaleceu o dólar e prejudicou mercados  emergentes como Turquia e Argentina, que elevaram suas taxas de juros a patamares recordes. O Brasil acabou se beneficiando das tarifas impostas sobre a soja americana e passou a exportar mais da Commodore para a China, principal destino de suas matérias-primas. Outro fator é a elevação gradual da taxa de juros nos EUA também contribuiu para o ambiente de cautela no exterior, gerando temores de um desaquecimento da atividade global. Em 2018 o Ibovespa começou janeiro com alta de 11%, mas a greve dos caminhoneiros, em maio, fez a bolsa brasileira sofrer um forte baque fechando o primeiro semestre com queda de 5%. Nas eleições presidenciais levou o Ibovespa a novos patamares de alta, e a euforia do mercado voltou após o resultado das eleições, aumentando a expectativa de maiores chances para a implementação reformas fiscais. Com isso a B3 voltou a renovar a máxima histórica e chegou perto dos 90 mil pontos entre novembro e dezembro.

Por Lucas Rocco 01/01/2019 - 06:00Atualizado em 31/01/2019 - 21:49

A bolsa de valores brasileira fechou janeiro com um ótimo desempenho em alta de 10,8% no mês de janeiro, próxima do seu maior patamar da história na ‘lua de mel’ com o novo governo. Além do bom patamar da Bovespa, o tombo do dólar no fechamento do mês chamou muita atenção também. O dólar comercial acabou fechando o mês em R$ 3,66. O Ibovespa fechou o pregão de ontem em leve alta de 0,4% aos 97,3 mil pontos.

Alta

Empresas controladas por governos foram destaque no mês, seguidas pela recuperação da Cielo e Via Varejo ao longo do mês. A maior alta ficou para a Eletrobras, com as ações ordinárias subindo mais de 50% com o governo de Jair Bolsonaro reforçando as sinalizações de que seguirá com a ideia de privatização da companhia. Em seguida, esteve a Sabesp, que disparou também com a continuidade das indicações do novo governo paulista, comandado por João Doria, para a privatização da empresa de saneamento.

Por Lucas Rocco 29/12/2018 - 06:00Atualizado em 30/12/2018 - 22:07

Por Diogo Yamassake

Chegamos ao último dia útil de um ano marcante para a economia brasileira, onde tivemos o maior patamar de preços em nosso Índice de ações (Ibovespa), o menor nível histórico da nossa taxa de juros (SELIC), uma eleição que renovou boa parte do Congresso, entre outros assuntos relevantes.

Ibovespa

O Indice Bovespa fechou o ano de 2018 com alta de pouco mais de 15% aos 87.887 pontos. 
O começo do ano foi de euforia dos investidores e janeiro registrou o melhor mês com alta de 11,14%.
O mês de maio foi o mais negativo do ano em nosso índice com baixa de 10,87%, reflexo da greve dos caminhoneiros.
E no dia 03 de dezembro, tivemos a maior máxima já registrada em nosso indice quando alcançamos a marca de 91.242 pontos.

Por Lucas Rocco 28/12/2018 - 06:00Atualizado em 30/12/2018 - 22:01

Depois de uma abertura de semana complicada e um impulso de recuperação no meio de semana, as bolsas de valores da maior economia do mundo voltaram a sofrer intensamente nessa quinta-feira (27). O Ibovespa de certa forma resistiu, mas o peso das commodities limitou maiores empolgações no mercado acionário local.

O centro da tensão atual reside na pressão exercida pelo presidente Trump sobre o Banco Central dos EUA, o FED. Trump discorda da velocidade e intensidade que o FED tem subidos os juros nos EUA. A ameaça da demissão de Jerome Powell, atual presidente da instituição fez com que as bolsas estremecessem na segunda-feira (24), a recuperação do meio de semana foi baseada no recuo de Trump, mas a pressão voltou ontem com novas faíscas.

FED

O mercado seguirá atento a esses desdobramentos, apesar da paralisação parcial do governo norte-americano em função do impasse orçamentário na questão ligada ao financiamento da construção do muro entre EUA e México, o foco é a relação Trump x Powell. Atualmente, o FED trabalha com a possibilidade de duas elevações nos juros no ano que vem.

Por Lucas Rocco 27/12/2018 - 06:00Atualizado em 30/12/2018 - 21:53

A bolsa de valores brasileira escapou de um forte tombo no dia 24, enquanto esteve fechada e as bolsas internacionais derretiam. As principais bolsas dos EUA caíram cerca de 3% e fizeram com que a Bovespa voltasse do feriado natalino sob muita pressão.

Petróleo

O tombo dos mercados trouxe também uma boa notícia para os brasileiros, já que o petróleo também desabou e atingiu preços que a anos não eram vistos, abrindo a semana em US$ 43,00. O receio de uma queda na demanda mais acentuada como efeitos da guerra comercial entre EUA e China, além do natural resfriamento dessas duas maiores economias do mundo tem pressionado as projeções de demanda. Na outra ponta, o fato da Russia e EUA seguirem extraindo petróleo em níveis recordes, ignorando os apelos da OPEP tem gerado uma pressão intensa na precificação do material e o novo preço chama muito atenção.

Por Lucas Rocco 22/12/2018 - 06:00Atualizado em 24/12/2018 - 10:14

Pressionada pelo mercado internacional, a bolsa de valores brasileira operou em forte baixa ao longo da semana. Até mesmo nessa sexta-feira (21) quando o mercado preparava uma recuperação, novos eventos no exterior, com o presidente do Federal Reserve de Nova York indicando que a autoridade pode rever sua política monetária em 2019 voltou a injetar incerteza nos investidores.

Banco Central EUA

O presidente do Banco Central dos EUA, o FED de Nova York, John Williams, armou que o banco central norte-americano poderia reavaliar sua política de juros e a redução do balanço em 2019 se a economia desacelerar. Ele disse também que o FED está ouvindo o mercado, mas ainda acha que a economia dos EUA está forte.

Por Lucas Rocco 20/12/2018 - 06:00

O próprio Supre Tribunal Federal em 2016 considerou que a prisão após condenação em segunda instância é possível. Mas, nem todos ministros desistiram da missão de voltar para um sistema de recursos que torna os processos intermináveis e que muitas vezes acabam por deixar no convício social pessoas condenadas por juízes.
Um dos maiores movimentos nesse sentido veio nessa quarta-feira (19) com a liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, de suspender a possibilidade de prender condenados em segunda instância.

Políticos

A liminar poderá beneficiar políticos corruptos como o ex-presidente Lula da Silva. O setor de análise da XP Investimentos comentou: ‘Os casos excetuados pelo ministro são os de prisão preventiva, o que não é o caso do petista que cumpre pena desde abril em regime fechado. Para que Lula permanecesse preso, seria necessário uma determinação de prisão preventiva por parte do relator do caso no TRF-4, o desembargador João Pedro Gebran Neto, ou no Supremo, ministro Edson Fachin, mediante provocação do Ministério Público.
Um outro caminho para reversão da liminar concedida - bem pouco usual - seria o Presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, derrubar a liminar concedida por Marco Aurélio. Assim mesmo, esta decisão só poderia ser tomada a partir de hoje, quando começa oficialmente o recesso do judiciário.’

Por Lucas Rocco 19/12/2018 - 05:00

Por Renato Augusto

O Índice de Atividade (IBC-Br), tido como prévia do PIB, ficou praticamente estável em outubro, com alta de 0,02% ante setembro e 3% na comparação anual (ante expectativa de +2,5% pelo consenso Bloomberg), acumulando elevação de 1,40% nos 10 primeiros meses do ano, para economistas, o desempenho do índice indica que o BC tende a manter os juros em patamares baixos por mais tempo, uma vez que reforçam a percepção de perda de tração da retomada da atividade econômica. A previsão atual do Banco Central para a atividade em 2018 é de avanço de 1,4%, sendo que em 2017 o PIB subiu apenas 1,1%.

Índice de manufatura dos EUA 

De acordo com a Bloomberg, o índice de manufatura dos EUA caiu 12,4 pontos, para 10,9, de acordo com relatório divulgado na segunda-feira. Esse é o menor nível desde maio de 2017 e o maior declínio em um mês desde maio de 2016, os dados indicam que a atividade empresarial cresceu a um ritmo mais lento em dezembro do que no mês anterior e pode reforçar o argumento de que o banco central deve ser mais cauteloso com os aumentos das taxas de juros em 2019.

Por Lucas Rocco 18/12/2018 - 06:00Atualizado em 18/12/2018 - 11:54

Os mercados iniciaram a semana com ar de tensão, na espera da reunião do Federal Reserve (BC EUA) que terminará na quarta-feira. Com isto bolsas asiáticas fecharam sem direção clara, mas as bolsas europeias, norte-americanas e a brasileira tiveram um novo tombo. O principal índice de ações nos Estados Unidos, o SP500, ontem recuou -2,04%, enquanto o nosso Ibovespa fechou em queda de -1,20%. Sobre a decisão do Federal Reserve, é esperado uma alta nos juros por lá de 0,25pp, levando a taxa para 2,5% ao ano, mas o foco dos investidores não será a decisão de agora e sim o comunicado que o presidente da instituição fará, com sinais sobre os próximos passos da política monetária nesse momento de preocupações com a desaceleração da economia mundial.

Vale

Segundo o analista responsável pelo segmento de mineradoras da América Latina no Credit Suisse, a mineradora vale continua sendo a preferência da instituição no segmento. Um dos principais pontos na tese de investimentos em Vale é o maior prêmio de qualidade de minério de ferro – representando 80% da sua carteira. Segundo Caio Ribeiro, analista do Credit, a evolução do projeto S11D e da produção de pelotas deve reduzir o custo de caixa e impulsionar as médias de realização de preços. Com um fluxo de caixa livre entre 8% e 10% nos próximos dois anos, um rendimento em dividendos na ordem de 10%  é factível e, por essa razão, os papeis da mineradora brasileira é o favorito do setor.

Por Lucas Rocco 15/12/2018 - 06:00

Por Diogo Yamassake

A Bolsa de valores brasileira teve uma semana de leve queda até o horário do almoço da última sexta-feira, e se nada mudar durante a tarde, teremos nosso índice na faixa de 87 mil pontos, em uma semana perto de 0,66% de queda. 

Grande destaque da Bolsa foi as ações preferenciais da companhia aérea Gol (GOLL4) com avanço de 14,74% cotada a R$ 22,73 às 12h do pregão de sexta-feira. 

Capital Ilimitado nas aéreas

O presidente Michel Temer assinou uma medida provisória que autoriza as empresas de aviação nacionais a terem participação ilimitada de capital estrangeiro. Com isso, deixa de existir o limite de 20% de capital estrangeiro nas aéreas nacionais. A partir de agora, empresa brasileira do setor poderá ter 100% de capital estrangeiro.

Por Lucas Rocco 14/12/2018 - 06:00Atualizado em 14/12/2018 - 10:55

A ausência de uma agenda relevante no Congresso Nacional, uma agenda de indicadores sem nenhuma movimentação inesperada e a decisão previsível do Banco Central acerca da taxa de juros (Selic) mantiveram a bolsa de valores brasileira sem motivos para avançar de forma mais convincente ao longo da semana. Nesta quinta-feira (13) o Ibovespa perdeu força no início da tarde acompanhando o movimento dos índices em Wall Street.

Exterior

A tensão comercial entre as duas maiores potencias do mundo foi bastante reduzida, mas que não foi suficiente para gerar ânimo para as bolsas de valores pelo mundo. Rumores percorreram os mercados afirmando que a China planeja substituir uma política industrial muito criticada pela Casa Branca, por um programa que garantirá maior acesso a companhias estrangeiras. Também foi confirmado que os chineses voltaram a comprar soja dos EUA, como parte de um compromisso de Pequim de ampliar importações de produtos agrícolas americanos. O gigante asiático também estaria reduzindo ambições na área tecnológica para amenizar choques com EUA.

Por Lucas Rocco 12/12/2018 - 06:00Atualizado em 13/12/2018 - 01:13

Por Renato Augusto

A Primeira Ministra Britânica cancelou votação do Brexit de hoje, e corre risco de ser derrocada. França sofre com semanas de manifestações ao longo do último mês, o governo francês anunciou que irá aumentar os salários em €100,00 a partir de janeiro, além de reverter o recente aumento de impostos sobre o pagamento de aposentadorias de até € 2 mil por mês, que se intensificam. A Itália ainda não chegou a um acordo de orçamento com a UE. O ambiente continua de incerteza, o crescimento está em risco. Na frente das tensões comerciais, advogados da CFO da Huawei falham em tentativa de fiança, e China retalia anunciando que a Apple pare de vender modelos mais antigos do iPhone, questionando patentes. Em ligação, representantes da China e os EUA discutiram hoje o roteiro para a próxima fase de negociações comerciais. Qualquer avanço seria bem-vindo.

Impasse comercial

Segundo o Wall Street Journal, a China e os Estados Unidos discutiram o roteiro para a próxima fase de negociações comerciais, durante uma ligação entre o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer e o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He;As autoridades discutiram sobre compras chinesas de produtos agrícolas e mudanças na política econômica da China, segundo pessoas familiares com a conversa. Não foram fornecidos mais detalhes. A ligação segue o cessar-fogo tarifário de 90 dias acordado pelos presidentes Trump e Xi Jinping neste mês, que adiou o aumento planejado para 1 de janeiro das tarifas dos EUA de 10% para 25% sobre US$200 bilhões em produtos chineses. Autoridades disseram que Pequim planeja anunciar compras de soja, como um bom gesto nas negociações, que devem ser concluídas por volta de 1º de março.

Por Lucas Rocco 11/12/2018 - 06:00

Dados de inflação mais fracos no Brasil, forçaram a uma nova revisão sobre a taxa de juros esperada para 2019. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou deflação em novembro, mostrando uma queda de -0,21% nos preço, sendo maior do que a expectativa do mercado (-0,10%). Se trata da menor taxa para novembro desde o Plano Real, em 1994. Com dados mais fracos, o último boletim Focus, que compila a opinião de diversos economistas, revisou a expectativa para a Taxa SELIC em 2019 de 7,75% para 7,5%. No acumulado em 12 meses, o índice registra um avanço de 4,05%.

Seguem as incertezas

A incerteza continua a dominar os mercados. No final de semana, as tensões entre Estados Unidos e China voltaram a se acentuar. A China convocou o embaixador americano em Pequim e exigiu a liberação da CFO da Huawei, Meng Wanzhou. A China também ameaçou o Canadá, apontando que o impasse está respingando em relações de outros países com a China. Autoridades dos Estados Unidos solicitaram a prisão da executiva por, supostamente, ter violado restrições impostas pelos EUA contra o Irã. A situação não ajuda de forma alguma para o que devem ser 90 dias duros de negociações comerciais. Com estes ruídos no exterior, os mercados asiáticos, europeus e americanos iniciaram a semana no vermelho.

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