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Por Lucas Rocco 18/12/2018 - 06:00Atualizado há 2 horas

Os mercados iniciaram a semana com ar de tensão, na espera da reunião do Federal Reserve (BC EUA) que terminará na quarta-feira. Com isto bolsas asiáticas fecharam sem direção clara, mas as bolsas europeias, norte-americanas e a brasileira tiveram um novo tombo. O principal índice de ações nos Estados Unidos, o SP500, ontem recuou -2,04%, enquanto o nosso Ibovespa fechou em queda de -1,20%. Sobre a decisão do Federal Reserve, é esperado uma alta nos juros por lá de 0,25pp, levando a taxa para 2,5% ao ano, mas o foco dos investidores não será a decisão de agora e sim o comunicado que o presidente da instituição fará, com sinais sobre os próximos passos da política monetária nesse momento de preocupações com a desaceleração da economia mundial.

Vale

Segundo o analista responsável pelo segmento de mineradoras da América Latina no Credit Suisse, a mineradora vale continua sendo a preferência da instituição no segmento. Um dos principais pontos na tese de investimentos em Vale é o maior prêmio de qualidade de minério de ferro – representando 80% da sua carteira. Segundo Caio Ribeiro, analista do Credit, a evolução do projeto S11D e da produção de pelotas deve reduzir o custo de caixa e impulsionar as médias de realização de preços. Com um fluxo de caixa livre entre 8% e 10% nos próximos dois anos, um rendimento em dividendos na ordem de 10%  é factível e, por essa razão, os papeis da mineradora brasileira é o favorito do setor.

Por Lucas Rocco 15/12/2018 - 06:00

Por Diogo Yamassake

A Bolsa de valores brasileira teve uma semana de leve queda até o horário do almoço da última sexta-feira, e se nada mudar durante a tarde, teremos nosso índice na faixa de 87 mil pontos, em uma semana perto de 0,66% de queda. 

Grande destaque da Bolsa foi as ações preferenciais da companhia aérea Gol (GOLL4) com avanço de 14,74% cotada a R$ 22,73 às 12h do pregão de sexta-feira. 

Capital Ilimitado nas aéreas

O presidente Michel Temer assinou uma medida provisória que autoriza as empresas de aviação nacionais a terem participação ilimitada de capital estrangeiro. Com isso, deixa de existir o limite de 20% de capital estrangeiro nas aéreas nacionais. A partir de agora, empresa brasileira do setor poderá ter 100% de capital estrangeiro.

Por Lucas Rocco 14/12/2018 - 06:00Atualizado em 14/12/2018 - 10:55

A ausência de uma agenda relevante no Congresso Nacional, uma agenda de indicadores sem nenhuma movimentação inesperada e a decisão previsível do Banco Central acerca da taxa de juros (Selic) mantiveram a bolsa de valores brasileira sem motivos para avançar de forma mais convincente ao longo da semana. Nesta quinta-feira (13) o Ibovespa perdeu força no início da tarde acompanhando o movimento dos índices em Wall Street.

Exterior

A tensão comercial entre as duas maiores potencias do mundo foi bastante reduzida, mas que não foi suficiente para gerar ânimo para as bolsas de valores pelo mundo. Rumores percorreram os mercados afirmando que a China planeja substituir uma política industrial muito criticada pela Casa Branca, por um programa que garantirá maior acesso a companhias estrangeiras. Também foi confirmado que os chineses voltaram a comprar soja dos EUA, como parte de um compromisso de Pequim de ampliar importações de produtos agrícolas americanos. O gigante asiático também estaria reduzindo ambições na área tecnológica para amenizar choques com EUA.

Por Lucas Rocco 12/12/2018 - 06:00Atualizado em 13/12/2018 - 01:13

Por Renato Augusto

A Primeira Ministra Britânica cancelou votação do Brexit de hoje, e corre risco de ser derrocada. França sofre com semanas de manifestações ao longo do último mês, o governo francês anunciou que irá aumentar os salários em €100,00 a partir de janeiro, além de reverter o recente aumento de impostos sobre o pagamento de aposentadorias de até € 2 mil por mês, que se intensificam. A Itália ainda não chegou a um acordo de orçamento com a UE. O ambiente continua de incerteza, o crescimento está em risco. Na frente das tensões comerciais, advogados da CFO da Huawei falham em tentativa de fiança, e China retalia anunciando que a Apple pare de vender modelos mais antigos do iPhone, questionando patentes. Em ligação, representantes da China e os EUA discutiram hoje o roteiro para a próxima fase de negociações comerciais. Qualquer avanço seria bem-vindo.

Impasse comercial

Segundo o Wall Street Journal, a China e os Estados Unidos discutiram o roteiro para a próxima fase de negociações comerciais, durante uma ligação entre o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer e o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He;As autoridades discutiram sobre compras chinesas de produtos agrícolas e mudanças na política econômica da China, segundo pessoas familiares com a conversa. Não foram fornecidos mais detalhes. A ligação segue o cessar-fogo tarifário de 90 dias acordado pelos presidentes Trump e Xi Jinping neste mês, que adiou o aumento planejado para 1 de janeiro das tarifas dos EUA de 10% para 25% sobre US$200 bilhões em produtos chineses. Autoridades disseram que Pequim planeja anunciar compras de soja, como um bom gesto nas negociações, que devem ser concluídas por volta de 1º de março.

Por Lucas Rocco 11/12/2018 - 06:00

Dados de inflação mais fracos no Brasil, forçaram a uma nova revisão sobre a taxa de juros esperada para 2019. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou deflação em novembro, mostrando uma queda de -0,21% nos preço, sendo maior do que a expectativa do mercado (-0,10%). Se trata da menor taxa para novembro desde o Plano Real, em 1994. Com dados mais fracos, o último boletim Focus, que compila a opinião de diversos economistas, revisou a expectativa para a Taxa SELIC em 2019 de 7,75% para 7,5%. No acumulado em 12 meses, o índice registra um avanço de 4,05%.

Seguem as incertezas

A incerteza continua a dominar os mercados. No final de semana, as tensões entre Estados Unidos e China voltaram a se acentuar. A China convocou o embaixador americano em Pequim e exigiu a liberação da CFO da Huawei, Meng Wanzhou. A China também ameaçou o Canadá, apontando que o impasse está respingando em relações de outros países com a China. Autoridades dos Estados Unidos solicitaram a prisão da executiva por, supostamente, ter violado restrições impostas pelos EUA contra o Irã. A situação não ajuda de forma alguma para o que devem ser 90 dias duros de negociações comerciais. Com estes ruídos no exterior, os mercados asiáticos, europeus e americanos iniciaram a semana no vermelho.

Por Lucas Rocco 08/12/2018 - 06:00

Por Diogo Yamassake

O Indice Bovespa operou a semana em leve queda, e às 15:51 horas dessa sexta-feira caminhava para fechar a semana em baixa de 0,83%, cotada 88.806 pontos. O grande protagonista da semana olhando o lado negativo, foram os papéis da Suzano (SUZB3)  que se desvalorizaram 7% que no mesmo horário era cotada a R$ 38,00.

IPCA 

O Indice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), teve queda de 0,21% em novembro segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE) que mede a inflação oficial do país. Considerando apenas os meses de novembro, foi o menor resultado desde a criação do Plano Real, em 1994. No acumulado de 2018 a inflação soma 3,59%.

Por Lucas Rocco 07/12/2018 - 06:00

A divisa norte-americana teve um pregão intenso nessa quinta-feira (06) em sintonia com o pregão tenso no exterior, depois de abrir em forte alta, romper os R$ 3,90 atingindo R$ 3,94 na bolsa de futuros o dólar devolveu todo o movimento no meio da tarde, para R$ 3,89. As bolsas norte-americanas seguiram em seu processo de derretimento e operou em intensa baixa nessa volta do feriado. Outro que teve um dia complicado foi o petróleo, depois da animação com a restrição de ofertas dos russos em sintonia com a OPEP, o material voltou a cair intensamente e encostou novamente no patamar de US$ 50,00.

Bovespa

A bolsa de valores brasileira sofreu também e testou o patamar de 87 mil pontos, se afastando do novo topo alcançado acima de 90 mil pontos. Entre os destaques a Petrobras que chegou a cair mais de 4% no meio do pregão. A Cielo seguiu sua tentativa de recuperação, enquanto as construtoras se defenderam bem, chegando a subir com a animação que tem contagiado o setor com a nova lei que trata os efeitos da desistência nas aquisições de imóveis, subindo a multa para 50% do valor pago.

Por Lucas Rocco 05/12/2018 - 06:00

Interino: Redação

A afirmação do presidente eleito Jair Bolsonaro ontem, de que quer apresentar ao Congresso Nacional uma proposta fatiada da reforma da Previdência Social, é observada com expectativa pelo mercado. Bolsonaro adiantou que o primeiro tema a ser apresentado é a definição da idade mínima para aposentadoria. No núcleo duro do futuro governo a reforma é considerada fundamental para equilibrar as contas públicas. O presidente Michel Temer chegou a enviar a proposta, mas desistiu depois da perda do apoio no Congresso. O futuro presidente aproveita a onda a seu favor.

Mau humor

O mercado esteve mal humorado ontem nos Estados Unidos. Os principais índices de Wall Street desabaram mais de 3%. A queda ganhou impulso por ações da indústria e de bancos. Dow Jones recuou 3,1%, para 25.027 pontos. O Nasdaq caiu 3,8%, para 7.158 pontos. Enquanto isso, no Brasil a Bovespa virou o jogo e, de uma tendência de alta, fechou em queda, acompanhando a cadência americana. Ocorre que comentários de importante fonte do Federal Reserve sobre altas de juros colaboraram para o clima instável.

Por Lucas Rocco 01/12/2018 - 06:00

O número é 90.246 pontos. Essa é a nova máxima histórica do nosso índice de ações. O Ibovespa atingiu esse patamar durante o pregão de sexta-feira e apesar de recuar perto do fechamento aos 89.552 pontos a semana foi de forte alta de 3,85%.

Destaque entre as ações, a CCRO3 da Companhia de Concessões Rodoviárias avançaram 13,65% na semana, cotada a R$ 12,99

CCR 

Segundo matéria publicada no Estadão, a concessionária fechou acordo de leniência com o Ministério Público de São Paulo. O acordo é revelar o caixa 2 de pelo menos R$ 30 milhões para campanhas eleitorais dos tucanos José Serra e Geraldo Alckmin, além de deputados de São Paulo. 

Por Lucas Rocco 30/11/2018 - 06:00Atualizado em 30/11/2018 - 23:48

O protagonista da semana seguiu sendo o petróleo nesse pregão de 29 de novembro, depois de abrir o dia em forte baixa e perder o patamar de US$ 50,00 o material passou a subir e fechou acima de US$ 52,00 num show de volatilidade que vem acompanhado o material nesses últimos pregões.
O também foi de volatilidade para a bolsa de valores brasileira que operou entre perdas e ganhos, mas conseguiu defender o patamar de 89 mil pontos. O Ibovespa voltou a marcar sua máxima histórica no pregão ao alcançar 89.909 pontos.

Humor

A forte alta do petróleo no mercado internacional contribuiu para o bom humor das commodities e consequentemente do mercado local. O Ibovespa voltou a promover boas altas e segue tentando retomar a tendência de alta. O movimento de alta no petróleo ocorreu após a notícia de que a Rússia aceitou cortes de produção, segundo a Reuters. Até o começo da manhã de ontem, o petróleo tinha baixa com o temor de que a Opep não iria agir decisivamente para limpar excedente da oferta global da commodity, enquanto as atenções ficaram voltadas para encontro entre Vladimir Putin, presidente da Rússia, e Mohammed bin Salman, príncipe da Arábia Saudita, que deverão discutir como coordenar política de petróleo. Putin disse que os preços atuais se adequam "bem" à Rússia.

Por Lucas Rocco 29/11/2018 - 06:00

Um dos empresários mais emblemáticos do setor acredita que um novo ciclo de expansão imobiliária está surgindo no Brasil. "Só gostaria que esse boom não fosse tão grande quanto no passado", diz o fundador e presidente do conselho de administração da Cyrela, Elie Horn.

Ele acredita que, com a retomada da economia e com uma solução para os distratos (devolução de imóveis pelo mutuário) podem alavancar novamente as vendas.

Os estoques já estão diminuindo e o setor já sente pequenos efeitos da recuperação do País e acumula em torno de R$ 800 milhões em vendas de outubro a novembro de 2018. "Há muito tempo não tínhamos esse sabor. É muito gostoso ter clientes na porta, vender e assinar contratos", diz o empresário de 74 anos. A incorporadora lançou neste ano uma nova marca, a Vivaz, com foco em empreendimentos populares, dentro do programa federal de habitação Minha Casa Minha Vida, que deve responder por 30% dos novos projetos nos próximos cinco anos.

Por Lucas Rocco 28/11/2018 - 06:00Atualizado em 28/11/2018 - 19:56

Por Renato Augusto

Após a queda na véspera, o Ibovespa tem uma sessão de alta, com grande destaque fica para o dólar, que tem baixa em meio ao anuncio do Banco Central de realizar leilão de linha depois da disparada de 2,5% na véspera, em meio a maior remessa de recursos ao exterior, típica de fim de ano. O Ibovespa chegou a uma alta de 2,70% a 87.862 pontos. Por aqui o que animou o mercado foram os dados de Investimentos Estrangeiro Direto no País, que somaram US$ 10,382 em outubro, acima do esperado pelo mercado. As ações da Petrobras intensificam os ganhos e avançam 5% após a fala do presidente do Senado, Eunicio Oliveira (MDB-CE), de que um acordo sobre a cessão onerosa está muito próximo para a votação na Casa.

EUA anunciam abertura do mercado de carne para Argentina

Segundo Valor Econômico, o Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos anunciou ontem (26 de novembro) a abertura de seu mercado de carne bovina in natura para a Argentina, até então, os argentinos só podiam exportar carne bovina processada e cozida para os americanos; A notícia é positiva para a brasileira Minerva Foods, que é a maior produtora de carne bovina da Argentina.

Por Lucas Rocco 27/11/2018 - 06:00

Por André Ribeiro

Segundo dados da consultoria Ebit, os dois dias da Black Friday na semana passada marcaram uma evolução para as vendas do segmento online. O faturamento do e-commerce na última quinta e sexta-feira foi de R$2,6 bilhões, sendo 23% superior sobre o mesmo período no ano passado. O Black Friday é um período importante para as varejistas do e-commerce, representando 4,5% do faturamento anual (2 dias). Como parâmetro, os 10 dias que antecedem o Natal significam 18% do faturamento.

Itália

Segundo informações recentes, o governo italiano estaria discutindo a possibilidade de reduzir sua meta de déficit orçamentário para 2019, atualmente estimado em 2,4% do PIB. Caso o país reduza o objetivo do ano que vem para 2% ou 2,1%, se enquadraria nas referências da União Europeia, evitando o início de um procedimento disciplinar pela Comissão Europeia. A Itália é tida entre analistas do mercado como o principal foco de preocupação em relação a economia europeia.

Por Lucas Rocco 24/11/2018 - 06:00

O mercado financeiro global já esperava uma realização ou algum sinal da combinação de juros em elevação e os dez anos de uma alta que chegou a 300% das bolsas norte americanas desde 2009. Essa semana veio para lembrar ao mercado que os lucros em alta do setor de tecnologia poderá em algum momento decepcionar e não ter a força suficiente para manter o otimismo permanentemente. As incertezas geradas com as mudanças advindas da guerra comercial com a China também preocupam e pressionam ainda mais as expectativas
A semana foi de muita pressão na abertura e na terça-feira (20) para o SP500, a Nasdaq e o Dow Jones, mas o feriado de Ação de Graças na quinta-feira (22) ajudou a gerar uma calmaria entre os investidores, mas que na semana que vem tentarão buscar novos sinais de desaceleração na maior economia do mundo.

Guerra Comercial

Trump está tentando convencer outros países, como Alemanha, Japão e Itália a deixarem de usar equipamentos da chinesa Huawei, devido a possíveis riscos à segurança cibernética, segundo reportagem do jornal The Wall Street Journal. A notícia vem cerca de uma semana antes do encontro do G-20 na Argentina, começando no final desse mês, dia 30.

Por Lucas Rocco 23/11/2018 - 06:00Atualizado em 23/11/2018 - 09:52

Todos os anos, a quarta quinta-feira de novembro é marcada como o dia de Ação de Graças, em inglês ‘Thanksgiving’. Feriado celebrado principalmente nos Estados Unidos e no Canadá, respeitado como dia de gratidão pelos bons acontecimentos ocorridos durante o ano.

Os primeiros dias de Ação de Graças comemorados tiveram registro como ocorridos no nordeste norte-americano. Eram basicamente festivais de agradecimento a Deus como ato de gratidão em relação às boas colheitas do ano. Por esta razão, o Dia de Ação de Graças é festejado no outono (Hemisfério Norte), após a colheita já haver terminado.

Em 1863, o então presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln (1809-1865), determinou que o dia se tornaria feriado nacional. Não imaginava que, além do aspecto religioso da questão, estaria criando importante marco no calendário econômico do país.

O dia seguinte ao Dia de Ação de Graças é o momento mais importante do ano para o comércio varejista norte-americano. A chamada Black Friday, ‘sexta-feira negra’, inaugura o período de compras natalinas.

Por Lucas Rocco 22/11/2018 - 06:00

Por Diogo Yamassake

O Indice Bovespa fechou o pregão de ontem aos 87.269 pontos, desvalorizado em 0,72% em relação ao fechamento de segunda-feira (19). A queda foi reflexo do ajuste do pregão fechado no feriado da Consciência Negra em São Paulo, onde os papéis da Petrobrás negociadas em Nova York sofreram com a derrocada do petróleo na última terça feira. 

Petróleo

Após se aproximar da maior queda diaria em 2018 no pregão de terça-feira, o petróleo reagiu e subiu 2% no pregão de ontem, cotado a US$ 54,50 o barril do WTI em Nova York. 

Por Lucas Rocco 21/11/2018 - 06:00

Interino / Redação

Em uma rápida entrevista coletiva ontem, em Brasília, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, garantiu que não vai aumentar impostos no futuro governo Jair Bolsonaro. “Não, aumento de imposto, não”, disse, categórico. Mas ele não deixou claro se essa decisão é para todo o futuro governo ou se leva circunstâncias e momentos em consideração. Ele confirmou, ainda, que o futuro governo terá uma secretaria para tratar de privatizações, mas sem oferecer outros detalhes. O mercado vive a expectativa do anúncio do futuro presidente do Banco do Brasil. Está especulado o nome do atual presidente da Petrobrás, Ivan Monteiro.

Feriado

A Bolsa de Valores não operou ontem por conta do Dia da Consciência Negra, feriado em São Paulo e várias outras cidades brasileiras. Por isso, os operadores brasileiros ficaram de olho em ações listadas no Brasil e negociadas no Exterior. Para esses papeis, foi um dia tenso, com preocupações globais diversas. O petróleo exemplificou isso, caindo na faixa de 7%, um índice acentuado, depois de cair quase 30% no mês todo. O tamanho desse tombo, há várias explicações para ele. Uma das avaliações refere-se ao preço do barril, resultante de estimativas operacionais e lucros pouco expressivos nos estados Unidos.

Por Lucas Rocco 20/11/2018 - 06:00

Por André Ribeiro

Em linhas gerais, o que sustenta nível de bolsa é crescimento de lucros. Sobre isto, a última temporada de divulgação de resultados das empresas listadas reforçou o otimismo sobre a evolução dos resultados e futuro da nossa bolsa. Pelo quinto trimestre seguido, depois de uma forte recessão, o lucro das empresas listadas avançou. Segundo pesquisa feita pela Economatica, entre julho e setembro, o lucro líquido de 304 companhias somou R$53,58 bilhões, avançando 25,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Nesta última temporada o crescimento foi puxado principalmente por estatais, com destaque para o resultado da Petrobras que saiu de um lucro líquido de R$266 milhões em 2017 para R$6,64 bilhões em 2018, no período entre julho e setembro.

Petrobras

O economista Roberto Castello Branco foi convidado por Paulo Guedes, chefe da economia do próximo governo, para assumir a presidência da Petrobras. Castello Branco teve passagens pelo Banco Central e pela Vale, onde foi economista-chefe por 15 anos, e foi membro do conselho de administração da Petrobras entre 2015 e 2016. O futuro CEO da Petrobras hoje é diretor da FGV e possui doutorado em economia pela FGV e pós-doutorado na Universidade de Chicago. Havia uma expectativa sobre a manutenção de Ivan Monteiro na presidência da Petrobras, mas segundo informações veiculadas ontem Ivan se mostrou resistente devido ao trabalho de reestruturação financeira da companhia estar praticamente concluído e, principalmente, pelo desgaste sofrido no processo. Os rumores agora são sobre a ida do executivo para o comando do Banco do Brasil, aonde fez carreira.

Por Lucas Rocco 17/11/2018 - 06:00

Por Diogo Yamassake

Após a realização de lucros em nosso mercado na semana passada, o Indice Bovespa voltou a subir nessa semana e teve boa alta de 3,36% aos 88.515 pontos. O destaque positivo da semana foram as ações da JBS Friboi (JBSS3) que apesar da queda no pregão dessa sexta-feira (16), teve avanço de 11,55% na se- mana sendo cotada a 11,11, após divulgar fortes resultados na apuração do terceiro trimestre de 2018. 

Petróleo

O preço do petróleo vem sendo pressionado e acumula sua sexta semana consecutiva de queda. Após terminar o mês de setembro alcançando má- xima em US$ 76,90 o preço do barril do WTI em Nova York, os preços só se desvalorizaram e fecharam essa semana a US$ 56,80. 

Isso acabou afetando o preço das ações da Petrobrás (PETR4) que nesse mês sofre desvalorização de 6,59%, apesar do forte fechamento em alta no último pregão dessa semana.

Por Lucas Rocco 16/11/2018 - 06:00Atualizado em 16/11/2018 - 20:55

A bolsa de valores brasileira operou entre altos e baixos nesse meio de semana, mas conseguiu recuperar o patamar dos 85 mil pontos. O ambiente foi de cautela já que o mercado se via diante de um feriado nacional, no qual a Bolsa estaria fechada, em meio a pressão no mercado de petróleo e bolsas norte-americanas em baixa. Mesmo diante de pressão no mercado exterior, o dólar teve uma quarta-feira de queda e voltou para o patamar de R$ 3,79 depois de ter superado os R$ 3,80 no meio de semana. O dólar acentuou a queda após a divulgação de inflação brasileira de apenas 0,3% em outubro, em linha com a estimativa do mercado, mas ligeiramente abaixo na comparação anual quando excluídos energia e alimentos.

Local

Enquanto a situação segue tensa no exterior, por aqui a quarta-feira (14) foi mais tranquila. Além da inflação mais amena, a volta de notícias sobre possibilidade de aprovação da reforma da Previdência ainda neste ano e uma agenda intensa do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) em Brasília amenizaram maiores pressões vendedoras na Bovespa.

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