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Por Lucas Rocco 13/04/2019 - 06:00

Por Diogo Yamassake

O pessimismo tomou conta do nosso mercado durante a semana com a indecisão sobre a reforma da Previdência e a reivindicação do presidente Jair Bolsonaro sobre um "preço-justo" para o diesel junto à Petrobrás. O indice Bovespa fechou a semana com recuo de 4,36% aos 92.875 pontos, liderado pelas perdas das ações da Petrobrás, a ação preferencial da estatal fechou a semana com recuo de 10,25% cotada a R$ 25,83. 
 

Por Lucas Rocco 12/04/2019 - 06:00Atualizado em 12/04/2019 - 23:12

‘A nossa frente estende-se o futuro como uma estrada que se perde na distância. Ao longo dela há ambições que queremos realizar...desejos que queremos satisfazer. Para ver concretizadas essas ambições e desejos, precisamos ser bem-sucedidos em relação ao dinheiro.’

A frase é do primeiro bestseller de finanças pessoais da história, O Homem mais Rico da Babilônia de George Samuel Clason. Apesar de ter sido publicado faz quase 100 anos, o livro se mantém atual já que como o mesmo diz: ‘O dinheiro é hoje governado pelas mesmas leis que o controlavam quando, há seis mil anos, homens prósperos enchiam as ruas da Babilônia.’

Por Lucas Rocco 10/04/2019 - 06:00Atualizado em 12/04/2019 - 23:04

Por Renato Augusto

Segundo o Financial Times, os EUA impuseram tarifas de US$ 11 bilhões em produtos da União Europeia incluindo aeronaves civis e produtos agrícolas, em uma medida que ameaça intensificar ainda mais as tensões comerciais entre Europa e os EUA. O governo Trump disse que estava propondo as tarifas em resposta aos subsídios da UE para apoiar a Airbus, o grupo europeu aeroespacial e de defesa, que foram considerados ilegais pela Organização Mundial do Comércio (OMC). A medida representa um aumento das tensões entre Washington e Bruxelas, quando ambas as autoridades se tornaram cada vez mais frustradas umas com as outras. Também em um momento particularmente delicado para a UE, com as eleições para o Parlamento Europeu marcadas para o próximo mês e com a enorme incerteza sobre o resultado das negociações do Brexit.

Por Lucas Rocco 09/04/2019 - 06:00Atualizado em 12/04/2019 - 22:51

Por André Ribeiro

No mercado acionário brasileiro, os investidores iniciaram a semana com tom de cautela, sem grandes movimentações, acompanhando o ritmo das negociações no exterior. Lá fora o imbróglio “ChinaxEua” segue no radar e por aqui o principal gatilho para novos movimentos na bolsa brasileira é a agenda fiscal, com foco hoje na Reforma da Previdência. A PEC está na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e a expectativa é que a votação por lá ocorra no próximo dia 17. Cada avanço, ou não, que ocorrer sobre a reforma da Previdência possui potencial para impactar o nosso mercado e o próximo grande momento será a escolha do relator da Comissão Especial. Na Comissão Especial será o momento em que os parlamentares, integrantes da comissão, farão a análise e alterações no texto da PEC antes de ir à votação no Plenário da Câmara. Sem grandes novidades sobre isto, não tivemos grandes movimentações no Ibovespa, com o índice encerrando o dia em alta de 0,27%, aos 97.369 pontos e com volume financeiro de R$9,02 bilhões.

Por Lucas Rocco 06/04/2019 - 06:00

Pouco a pouco, a bolsa de valores brasileira vem recompondo seus pontos e se aproximando novamente da barreira dos 100 mil pontos, maior patamar da história. Operando nos 97 mil pontos no último pregão da semana, nessa sexta-feira, o mercado mostrou que as apostas de que a reforma da previdência será aprovada de magnitude suficiente para amenizar o rombo no caixa do governo, voltou a ganhar terreno.

Por Lucas Rocco 05/04/2019 - 06:00Atualizado em 05/04/2019 - 23:16

A bolsa de valores brasileira se beneficiou com o esforço do governo do presidente Jair Bolsonaro em articular apoio à reforma da Previdência e subiu mais de 2 mil pontos nessa quinta-feira (4). Além do cenário político local, o bom momento do mercado internacional com a melhora nas relações entre as duas maiores economias do mundo, também contribuiu para o bom humor dos investidores que foram as compras e fizeram o Ibovespa voltar aos 96 mil pontos.

Enquanto isso, o real também se beneficiou diante do dólar que voltou para R$ 3,85, a possibilidade de um acordo definitivo entre Estados Unidos e China na guerra comercial é a aposta do momento.

Por Lucas Rocco 04/04/2019 - 06:00

Depois do respiro da terça-feira (03) a bolsa de valores brasileira voltou a escorregar para os 94 mil pontos, com novas tensões vindo de Brasília e a negociação sobre as reformas fiscais. Na proporção que as vozes aumentavam na discussão entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e deputados da oposição na CCJC (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) fez com que o Ibovespa perdesse 2 mil pontos em duas horas.

Guedes

O ministro faz coro com a esmagadora maioria dos economistas ao afirmar que o sistema previdenciário atual é insustentável, com a proporção entre contribuintes e aposentados se reduzindo drasticamente por conta do envelhecimento da população. Nada mais que matemática básica, mas a política não é uma ciência exata.
Guedes já havia desmarcado sua participação em audiência pública na comissão semana passada. A decisão seguiu sugestão de aliados, que alertavam para os riscos de ataques de deputados da oposição e esvaziamento da reunião por aliados. A alegação formal foi que o debate seria mais produtivo após a designação do relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma previdenciária na comissão. Naturalmente, a oposição ignora os números e vai para o ataque no intuito de enfraquecer o governo.

Por Lucas Rocco 03/04/2019 - 06:00

Fechou em baixa de 0,55, na quarta queda consecutiva, cotado a R$ 3,857 na venda. É o menor valor de fechamento em quase duas semanas, desde 21 de março (R$ 3,80). Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira terminou o dia em queda de 0,70% aos 95.387 pontos, após chegar a 94.824 pontos na mínima do dia. O volume financeiro ficou em R$ 11,805 bilhões. O mercado financeiro espera o cenário doméstico com incertezas antes da fala do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre reforma da Previdência na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da câmara dos Deputados. 

Por Lucas Rocco 02/04/2019 - 06:00Atualizado em 02/04/2019 - 22:54

Por André Ribeiro

A semana iniciou com um ar de alívio no cenário externo após os dados de atividade econômica melhores que o esperado na China, em conjunto com sinalizações positivas sobre o impasse comercial entre os EUA e a China. O PMI Chinês (índice de gerente de compras) surpreendeu alcançando 50,5 em março, acima do consenso do mercado, e acima dos 49,2 feitos em fevereiro. Este indicador quando acima de 50, aponta expansão, e abaixo de 50, contração. Foi o primeiro dado indicando evolução da economia chinesa nos últimos 4 meses e por esta razão houve uma injeção de ânimo nos mercados internacionais. Commodities subiram e as principais bolsas avançaram. A atividade global é um dos receios dos investidores e na próxima sexta-feira teremos um novo teste, quando será divulgado o PAYROLL (dados do mercado de trabalho EUA) podendo dar continuidade no otimismo visto ontem ou trazer ares de tensão novamente.

Por Lucas Rocco 30/03/2019 - 06:00

A semana mais tensa do ano, até agora, no mercado financeiro foi considerada pelo nosso presidente Bolsonaro como uma chuva de verão. O termo foi utilizado como analogia na conturbada relação entre os poderes representados na figura de Bolsonaro e Rodrigo Maia ao longo da semana e que levou o mercado financeiro a ficar bem estressado.  
Realmente adequado o termo chuva de verão, passou rápido é verdade. Além disso, os estragos causados pela chuva rápida, ainda podem ser vistos no mercado, com o Ibovespa ainda bem longe do seu melhor momento do ano e o mercado ainda desconfiado da capacidade de aprovação da reforma da previdência no formato estruturado pelo ministro da economia Paulo Guedes.

Por Lucas Rocco 29/03/2019 - 06:00Atualizado em 29/03/2019 - 23:36

Parece que faz um tempão, mas hoje completam dez dias desde que a bolsa de valores brasileira quebrou seu recorde histórico emplacando os tão desejados 100 mil pontos. De lá pra cá o clima mudou bastante, com a euforia abrindo passagem para um princípio de incêndio. O Ibovespa já chegou a se afastar mais de 9 mil pontos daquele momento histórico, e mesmo com a recuperação do pregão desta quinta-feira (28) o Ibov precisaria de uma alta de quase 10% para fazer um topo novo.

Respiro

A recuperação no pregão de ontem ainda não é definitivamente uma volta para a tendência de alta, está mais para um refresco temporário, enquanto o mercado monitora a tensa relação entre os poderes, com a crise institucional que começou a ganhar corpo nos últimos dias. Depois de atingir o menor patamar desde 7 de janeiro, a bolsa armou essa recuperação de curto prazo sustentada nas falas de Jair Bolsonaro que buscou adotar um tom mais conciliador com Rodrigo Maia após a tensa semana. Bolsonaro afirmou que o problema com Maia foi uma "chuva de verão" e que está aberto ao diálogo.

Por Lucas Rocco 28/03/2019 - 06:00Atualizado em 29/03/2019 - 23:29

Por Renato Augusto

Dólar sobe 2% e fecha R$ 3,954, maior fechamento em quase seis meses, desde 1° de outubro (R$ 4,018). O mercado foi afetado pela aprovação de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que diminui o poder do governo para controlar o Orçamento a votação teve um placar na primeira votação de448 votos a favor, e 453 na segunda. Na prática, os gastos públicos ficariam mais engessados, a medida agora segue para o Senado. A PEC representa uma derrota para o governo Bolsonaro, em meio a uma disputa entre Executivo e o Legislativo. A reforma da previdência está parada, a medida aprovada pela Câmera aumentou a preocupação de articulação do governo para aprovação da reforma da Previdência no Congresso. Bolsa de valores despencou 3,57% a 91.903 pontos. Em um dia de queda generalizada, os bancos e estatais como Petrobras e Eletrobrás registraram queda de mais de 2%, enquanto os papéis de empresas exportadoras, como Suzano e Vale, conseguem registrar os melhores desempenhos da sessão. 

Por Lucas Rocco 27/03/2019 - 06:00Atualizado em 29/03/2019 - 23:18

Por André Ribeiro

Em evento na Frente Nacional dos Prefeitos, o Ministro da Economia Paulo Guedes confirmou que o governo chegou a um acordo com a Petrobras sobre a renegociação da Cessão Onerosa do pré-sal e que este acordo deve ser anunciado nos próximos dias. Não por acaso, logo após essa informação ser divulgada, as ações da Petrobras iniciaram uma recuperação relevante no mercado acionário, atingindo ontem uma valorização de 6% (entre o momento da notícia e o fechamento de ontem). Notícias mencionam que a União conseguiu reduzir o valor de US$14 bilhões previstos para algo entre US$9/10 bilhões e que o pagamento deverá ser feito em dinheiro (forma do governo fazer sem necessitar de um projeto de lei). O Ministro da economia ainda afirmou que vai destinar 70% do fundo social do pré-sal para Estados e Municípios (hoje 100% vai para a União).

Por Lucas Rocco 26/03/2019 - 06:00Atualizado em 29/03/2019 - 23:12

Depois de um pegão empolgante, com muitos altos e baixos, a bolsa de valores brasileira fechou praticamente em estabilidade nessa abertura de semana. O incremento de volatilidade sugere que os investidores ainda não conseguem definir o tamanho do aumento do risco político nos preços dos ativos, mesmo depois do tombo da semana passada.

Semana

Essa semana será bastante intensa com a agenda de indicadores e eventos, além do acompanhamento da briga entre o Governo Bolsonaro e a presidência da Câmara sobre a reforma da previdência.

Por Lucas Rocco 23/03/2019 - 06:00Atualizado em 23/03/2019 - 17:25

A bolsa de valores brasileira viveu uma semana intensa e histórica. Depois da euforia e felicidade com o simbólico recorde de valorização, rompendo a resistência dos 100 mil pontos, o Ibovespa viu na segunda parte da semana suas ações derreterem com o aumento da pressão política em Brasília.  

Por Lucas Rocco 22/03/2019 - 06:00Atualizado em 23/03/2019 - 17:19

Por Renato Augusto

Na primeira reunião do Copom presidida por Roberto Campos Neto, o Comitê decidiu que, pela oitava vez consecutiva, manterá os juros básicos da economia nos atuais 6,5% ao ano, mantendo a Selic novamente em seu menor nível histórico. Avaliando que o balanço de riscos para a inflação mostra-se simétrico, o Comitê apontou a existência de três principais fontes de riscos: o nível de ociosidade das empresas brasileiras, a possibilidade de haver frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia para manter a inflação controlada e a deterioração do cenário externo para economias emergentes. Assim, diante da recuperação gradual da economia brasileira e da possibilidade de uma desaceleração ainda mais forte da economia global, o Copom comunicou que não deve alterar a taxa de juros básica da economia tão cedo, e apontou que cautela, serenidade e perseverança nas decisões de política monetária continuam úteis na perseguição do objetivo de manter a trajetória de inflação em direção às metas.

Por Lucas Rocco 21/03/2019 - 06:00Atualizado em 23/03/2019 - 17:11

A decisão pela manutenção dos juros (Selic) em 6,5% ao ano era amplamente esperada e foi confirmada. E o comentário junto à decisão, não veio sugerindo novos cortes como parte do mercado esperava e o Banco Central preferiu não dar muitos sinais sobre a possibilidade de iniciar um novo ciclo de corte de juros ainda este ano.

No comunicado, o BC informou que permanecem fatores de risco para a inflação, tanto para cima quanto para baixo. De um lado, o nível elevado de ociosidade das empresas pode produzir uma trajetória abaixo do esperado, enquanto uma frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes da economia poderia elevar a perspectiva de da inflação, possibilidade que ganharia força em caso de deterioração do cenário externo.

Por Lucas Rocco 20/03/2019 - 06:00Atualizado em 23/03/2019 - 17:04

Por Diogo Yamassake

O indice Bovespa chegou a bater nova máxima em 100.438 pontos, mas fechou em queda de 0,41% aos 99.588 pontos em um movimento que sugere apenas realização de lucros acumulados.

O destaque positivo entre as ações ficou com as preferenciais da siderúrgica Usiminas (USIM5), cotada a R$ 10,92 acumulou ganhos no dia de 5,3%. No ano a ação se valoriza 19,37%.
 

Por Lucas Rocco 19/03/2019 - 06:00Atualizado em 23/03/2019 - 16:59

Por André Ribeiro

Finalmente o principal índice de ações da bolsa de valores brasileira, o Ibovespa, atingiu o tão esperado patamar de 100 mil pontos. O patamar atingido no Ibovespa coincide com uma semana recheada de eventos importantes. No lado interno, a grande expectativa da semana é para a entrega da proposta de reforma nas aposentadorias dos militares que chegará na quarta-feira no congresso, com potencial para destravar os trabalhos na CCJ ou complicar o jogo da reforma no congresso. Há grande expectativa sobre isto, dado o apelo dos parlamentares para dar sequência na reforma previdenciária somente após a chegada deste tema. No âmbito externo, o evento mais importante da semana é a atualização de política monetária que o Fed (BC norte-americano) fará. O evento será na quarta-feira e os investidores estarão atentos sobre o rumo do juro básico nos EUA diante dos sinais de desaceleração da atividade global. É esperado que o Fed mantenha as taxas de juros estáveis, diminua projeções para o número de aumento na taxa de juros este ano e anuncie o fim do processo de redução do seu balanço.

Por Lucas Rocco 16/03/2019 - 06:00

Com as possíveis mudanças com a Reforma da Previdência que está sendo analisada no Congresso, os brasileiros devem ficar ainda mais atentos aos cuidados com o seu futuro financeiro. O fato da previdência pública muito provavelmente como resultado da PEC (Proposta de Emenda a Constituição) aumentar o prazo de contribuição e dificultar o acesso a uma aposentadoria mais financeiramente segura, o cidadão deverá procurar alternativas. A  mais evidente é a previdência privada.

Neste sentido, ao longo das próximas semanas, traremos discussões abordando: importância da modalidade de investimento, com dados nacionais, indicações, medidas, custos, tributação, riscos, benefícios, dentre outros assuntos respectivos, com vistas a orientar e fortalecer a estrutura e a segurança patrimoniais dos leitores.

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